Estava eu feliz da vida porque achava que não ia voltar a ouvir falar de Santana Lopes noutro contexto que não o da imprensa cor-de-rosa, mas foi felicidade de pouca dura. Desta feita, aparece para dizer que já decidiu se se vai ou não recandidatar à autarquia de Lisboa, mas não diz o que decidiu. Ainda que se tenha decidido, quem tem a última palavra sobre essa decisão é o líder do partido, i.e. Marques Mendes.
Não tenho dotes de mística ou adivinha, mas se Santana Lopes tivesse mesmo algum interesse em retirar-se, não viria constantemente a público com as meias-frases que têm sido avidamente exploradas pela imprensa, talvez por falta de assunto ou talvez porque o país precisa de rir e Santana está a tornar-se melhor em provocar umas boas gargalhadas do que o Nilton e o Aldo Lima.
O tristemente célebre "Vou andar por aí" define claramente o seu interlocutor: alguém sem rumo, sem um plano concreto e sem uma estratégia para levar o que quer que seja a bom termo. Se ao menos fosse um fantasminha diabrento, ainda se chamava um padre para benzer o país e lá ia ele, mas tenho em crer que nem S. Pedro era santo para o aguentar.
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1 comentário:
'Vou andar por aí...' ou seja, 'não tenho mais nada que fazer'. Ricas vidas...
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