Esta manhã, em Armação de Pêra contei seis rotundas onde antigamente só havia uma. Das novas cinco, uma ou duas eram necessárias. Há pelo menos uma que não se percebe o que está lá a fazer. Será que querem bater algum record?
Que mania esta, de se construir rotundas atrás de rotundas! Em Évora, a caminho de Portalegre, contei sete rotundas no ano passado. Em Messines não havia rotundas até há coisa de dois ou três anos, quando acabaram a A2. Agora temos três, duas delas sem qualquer iluminação (tenho de ver se existe sinalização, não me lembro de ter visto lá nada).
Durante a época de exames costumava ir a pé para a faculdade e quase todos os dias passava perto da rotunda do Marquês. Não raras vezes havia lá um ou dois carros acidentados. Eram coisas pequenas tipo um toque, uma mossa, mas o bastante para uma boa dôr de cabeça. Será que os condutores lisboetas têm algum problema com os semáforos? É bem conhecida a adoração nacional pela côr verde, seja ela verde verde ou verde tinto. E será essa a explicação para a construção de tantas rotundas? É que, vistas bem as coisas, isso é apenas uma maneira de contornar o problema, não de o resolver
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1 comentário:
Ao menos têm a vantagem de reduzir a velocidade média com que se conduz dentro das localidades. Se se investisse na formação poderiam constituir uma solução a médio, longo-prazo.
É incrível como ainda não existe uma regulamentação séria sobre a forma como se deve abordar uma rotunda.
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