Estudo OI: ''Espaços e expressões de conflito e tensão na AML"
Este estudo reflectiu sobre as notícias que passam nos orgãos de comunicação sobre bairros periféricos e problemáticos.
Concluiu-se que a imagem transmitida era sobretudo sensionalista. São previligiados crimes e problemas sociais a boas acções que, por exemplo, associações criam nesses blocos citadinos.
É o jornalismo espectáculo da SIC e TVI ao serviço da justiça e bem social.
quinta-feira, junho 09, 2005
Durão & Guterres, Lda
Porque são reconhecidos lá fora e falharam dentro de casa?
Das duas, uma ou estavam equivocados na vocação ou tiveram o azar de chefiar um País que não se deixa governar.
(…)
Sendo ambos homens inteligentes, preparados e disponíveis para o serviço público, somos tentados a aceitar a segunda hipótese - a de uma relativa ingovernabilidade do País - como boa.
A tese não é nova e assenta num pressuposto radical - o mosaico de interesses corporativos e partidários que constitui o País inviabiliza quaisquer reformas ou rupturas que atinjam o núcleo dos seus privilégios.
(...)
O País estaria, assim, entregue à sua sorte, paralisado na sua ambição de desenvolvimento, refém de vontades que não coincidem com as aspirações do colectivo.
Miguel Coutinho in DN – 25.05.2005
Das duas, uma ou estavam equivocados na vocação ou tiveram o azar de chefiar um País que não se deixa governar.
(…)
Sendo ambos homens inteligentes, preparados e disponíveis para o serviço público, somos tentados a aceitar a segunda hipótese - a de uma relativa ingovernabilidade do País - como boa.
A tese não é nova e assenta num pressuposto radical - o mosaico de interesses corporativos e partidários que constitui o País inviabiliza quaisquer reformas ou rupturas que atinjam o núcleo dos seus privilégios.
(...)
O País estaria, assim, entregue à sua sorte, paralisado na sua ambição de desenvolvimento, refém de vontades que não coincidem com as aspirações do colectivo.
Miguel Coutinho in DN – 25.05.2005
quarta-feira, junho 08, 2005
O povo não é quem mais ordena
Parar para pensar é sempre um bom método, principalmente para quem não pensou, pelo menos tanto quanto devia, antes de ter dado o primeiro passo.
João Morgado Fernandes in DN - 03.06.2005
"Quando não legitimam à primeira, ligitimam à segunda. E se não for à segunda, há-de ser à terceira. De referendo em referendo, de "não" em não" até ao "sim" final. O povo atrapalha, incomoda, adia. Mas não decide.
Joao Miguel Tavares in DN - 03.06.200
João Morgado Fernandes in DN - 03.06.2005
"Quando não legitimam à primeira, ligitimam à segunda. E se não for à segunda, há-de ser à terceira. De referendo em referendo, de "não" em não" até ao "sim" final. O povo atrapalha, incomoda, adia. Mas não decide.
Joao Miguel Tavares in DN - 03.06.200
Invasão fiscal?
A arrecadação das receitas fiscais está no seu limite de eficiência quase total e a cumprir o OE, não sendo por aí que o défice chegou ao que chegou. Significa isto, como já se sabia, que o álibi da fuga e evasão fiscal já não colhe efeitos.
Luís Delgado in DN – 25.05.2005
Por estas "direitas" palavras, só poderemos pensar que o país foi assolado por uma invasão fiscal. Infelizmente, quem mais recebe continua a aliar-se da responsabilidade dar para o investimento público de Portugal. Mas, começam a surgir melhores notícias quanto ao combate da fraude fiscal.
De quando a quando, Luis Delgado atira para o ar afirmações como estas. É daqueles que acredita que basta repetir o palavreado certo para convencer as pessoas de que estão a fazer juizos errados sobre determinados assuntos. O problema é que as suas constatações são de fácil reprovação graças a factos claros que estão à nossa disposição.
Luís Delgado in DN – 25.05.2005
Por estas "direitas" palavras, só poderemos pensar que o país foi assolado por uma invasão fiscal. Infelizmente, quem mais recebe continua a aliar-se da responsabilidade dar para o investimento público de Portugal. Mas, começam a surgir melhores notícias quanto ao combate da fraude fiscal.
De quando a quando, Luis Delgado atira para o ar afirmações como estas. É daqueles que acredita que basta repetir o palavreado certo para convencer as pessoas de que estão a fazer juizos errados sobre determinados assuntos. O problema é que as suas constatações são de fácil reprovação graças a factos claros que estão à nossa disposição.
terça-feira, junho 07, 2005
O principio do utilizador pagador
Portugueses pagam mais por Internet lenta e com limites de tráfego.
Pagas mais, recebes menos e ainda tens a jóia de usares internet mais lenta! Porreiro, heim?
Um sorriso tudo resolve

João Miguel Tavares in DN - 27.05.2005
segunda-feira, junho 06, 2005
The drunf odyssey
Estou a ver o Six feet under sob o efeito de stilnox. Tou a tornar-me fã, apesar de ser apenas o segundo episódio que vejo e ter apanhado este já a meio, o que quer dizer que tou a leste.
Se eu conseguir parar de espirrar (efeitos secundários), volto cá para falar de signos do zodíaco. Maya e Paulo Cardoso, tenham medo. Tenham muito medo!
Eia, olha ali uma cena de beijos... e acabou :(
Aguardo o resumo feito pela Bomba
Se eu conseguir parar de espirrar (efeitos secundários), volto cá para falar de signos do zodíaco. Maya e Paulo Cardoso, tenham medo. Tenham muito medo!
Eia, olha ali uma cena de beijos... e acabou :(
Aguardo o resumo feito pela Bomba
Canzoada dos microfones
"hoje o primeiro objectivo de qualquer político é não ser Santana. O que significa não fornecer a nenhum jornalista o mais vago pretexto para perturbar o sossego e bom nome de quem manda. (...)
O que se passa entre políticos fica entre políticos. A canzoada da imprensa e da televisão que se contente com retórica e generalidades. Não merece mais.
Vasco Pulido Valente in Público - 14.05.2005
O que se passa entre políticos fica entre políticos. A canzoada da imprensa e da televisão que se contente com retórica e generalidades. Não merece mais.
Vasco Pulido Valente in Público - 14.05.2005
Uma nova igreja?
"É necessário um encontro, ou um reencontro, com a ciência em todas as áreas. É imprescindível uma harmonia entre a Igreja e a ciência" D. Jorge Ortiga, presidente da Conferência Episcopal in Expresso - 16.04.2005
A harmonia que nunca existiu porque quando tinha mais podera Igreja limitava o saber científico devido à sua firmeza de princípios (dogmas). Quando as sociedades necessitaram de laicizar os Estado, registou-se maior desenvolvimento das social, económico e cultural.
A harmonia que nunca existiu porque quando tinha mais podera Igreja limitava o saber científico devido à sua firmeza de princípios (dogmas). Quando as sociedades necessitaram de laicizar os Estado, registou-se maior desenvolvimento das social, económico e cultural.
domingo, junho 05, 2005
Amo.te Lda.
Pedro Miguel Ramos expande dia a dia o seu "Amo.te" franchising. Depois dos bares Amo.te Meco, Amo.te Chiado, Amo.te Chiado, Amo.te Covilhã, entre outros temos já um programa Amo.te Rádio no éter da Oxigénio FM.
Antes do natal, alargar-se-á o conceito. Amo.te sabão azul e branco, Amo.te óleo de fígado de bacalhau e Amo.te papel higiénico serão dos primeiros produtos a ser comercializados com o prefixo.
Antes do natal, alargar-se-á o conceito. Amo.te sabão azul e branco, Amo.te óleo de fígado de bacalhau e Amo.te papel higiénico serão dos primeiros produtos a ser comercializados com o prefixo.

Iluminados, mas não pelos holofotes

Adoro quando a crítica fala de operários da música pop como iluminados do seutempo, seres que na sua debilidade constroem obras primas da humanidade. Joy Division e o que sossobrou dele (New Order) foram pão para indústrias culturaisno pós-punk. São agora relembrados pelo concerto no SBSR e pela efeméride damorte de Ian Curtis. E quão belos tratados sociológicos saíram das pinhas deseus admiradores, certamente trintões-à-beira-dos-quarenta, que escrevem nosjornais...
É a complacência do jornalismo com a máquina facturadora do entertenimento.
sábado, junho 04, 2005
Excêntrico?
Portugal já teve alguns premiados máximos no euromilhões e nenhum mostrou excentricidade.
Não o vi na rua gritar que, da noite para o dia, encheu os bolsos de grana. Não deram a cara para os média. Desapareceram.
Conquanto, a publicidade feita pela Santa Casa continua a bater na mesma tecla: "fazer excêntricos". Com razão, provocar a sensação de grandeza pecadora nos consumidores é uma função do marketing. Há que fazê-los sentir que são especiais.
Não o vi na rua gritar que, da noite para o dia, encheu os bolsos de grana. Não deram a cara para os média. Desapareceram.
Conquanto, a publicidade feita pela Santa Casa continua a bater na mesma tecla: "fazer excêntricos". Com razão, provocar a sensação de grandeza pecadora nos consumidores é uma função do marketing. Há que fazê-los sentir que são especiais.
sexta-feira, junho 03, 2005
A mim não! A mim não!
Os portugueses podem ser expoliados das suas já pequenitas regalias, pagar mais impostos, ser ampliada a idade da reforma, etc... Mas quando o governo parece que vai tomar uma atitude de jeito, ou seja, aplicar as medidas (as tais para combater o défice), de igual forma a todos, os políticos insurgem-se: "eu tenho direito à minha reforma" diz Alberto J. Jardim, é uma "injustiça" diz Freitas do Amaral, referindo-se ao facto dos deputados e outros ligados à governação auferirem vários rendimentos.
Mas o que é certo, é que o Ministro da Economia que definiu as medidas, recebe uma bela pensão e um belo ordenado e não vai abdicar de nenhum e o Primeiro-Ministro vem em sua defesa afirmando que "isto é uma campanha de assassinato de carácter", é a velha história da cabala.
"Os políticos ganham pouco", afirmam os próprios, eu não ganho nada e continuo à espera de um dos 150 mil postos de trabalho que Sócrates prometeu para os jovens licenciados.
Mas o que é certo, é que o Ministro da Economia que definiu as medidas, recebe uma bela pensão e um belo ordenado e não vai abdicar de nenhum e o Primeiro-Ministro vem em sua defesa afirmando que "isto é uma campanha de assassinato de carácter", é a velha história da cabala.
"Os políticos ganham pouco", afirmam os próprios, eu não ganho nada e continuo à espera de um dos 150 mil postos de trabalho que Sócrates prometeu para os jovens licenciados.
A cigarra do reino
O problema é que os portugueses não se esquecem e, pior, não costumam perdoar a quem brinca com eles.
Estas são das palavras preferidas de Jorge Coelho. Problemas gerados no país? Nada é com ele, na sua análise deveu-se sempre às acções de outras cores políticas. Como tanque de arremesso que é do PS, avança sempre sem medos em nome dos que "não se esquecem" nem perdoam.
Se não tivessemos memória curta e uma justiça pasmaceira, o caso "Entre-os-rios" tinha arredado Jorge Coelho para o lugar que lhe é devido: o dos políticos nacionais mediocres a quem já ninguém passa o "microfone".
Estas são das palavras preferidas de Jorge Coelho. Problemas gerados no país? Nada é com ele, na sua análise deveu-se sempre às acções de outras cores políticas. Como tanque de arremesso que é do PS, avança sempre sem medos em nome dos que "não se esquecem" nem perdoam.
Se não tivessemos memória curta e uma justiça pasmaceira, o caso "Entre-os-rios" tinha arredado Jorge Coelho para o lugar que lhe é devido: o dos políticos nacionais mediocres a quem já ninguém passa o "microfone".

quinta-feira, junho 02, 2005
Palpitando
"Ficou claro para mim que os portugueses gostam mais de diagnósticos do que soluções. Somos todos comentadores políticos, seleccionadores nacionais, treinadores de todos os clubes. Temos palpites inteligentes. (...) Nós somos brilhantes a apontar o dedo, criticar, a dar solução. Ou melhor, a dar a táctica (...) O problema é que depois não fazemos. (...) Palpitamos, mas não nos palpita cumprir."
Pedro Rolo Duarte in DNa - 18.03.2005
Pedro Rolo Duarte in DNa - 18.03.2005
Marcello, herói póstumo
Marcello tinha planos para independência de Angola

quarta-feira, junho 01, 2005
Um gajo do contra
Reduzir a atitude do advogado José Sá Fernandes a uma manobra de 'marketing' é reduzir a cidadania à dimensão do oportunismo político. Até prova em contrário, não é isso que sucede.
Pedro Rolo Duarte in DN - 10.05.2005
"Sá Fernandes revelou coragem na forma como enfrentou interesses, ilegalidades e trapalhadas. O homem das acções populares quer agora avançar com uma candidatura independente à CML. Apressadamente já o censuraram por isso, mas não se percebe porque é que alguém que tem trabalhado em defesa de Lisboa não pode concorrer a edil da cidade."
Pedro Lomba in DN – 13.05.2005
Pedro Rolo Duarte in DN - 10.05.2005
"Sá Fernandes revelou coragem na forma como enfrentou interesses, ilegalidades e trapalhadas. O homem das acções populares quer agora avançar com uma candidatura independente à CML. Apressadamente já o censuraram por isso, mas não se percebe porque é que alguém que tem trabalhado em defesa de Lisboa não pode concorrer a edil da cidade."
Pedro Lomba in DN – 13.05.2005
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