quinta-feira, junho 30, 2005
Mais investimento e menos "chorinho infeliz"
miguel coutinho in DN - 13.04.05
A cultura chegou ao Algarve
Os convites tiveram de ser previamente levantados na loja; faz sentido - se a ideia era promover a Megastore, tinha de haver alguma maneira de levar lá os visitantes.
É uma atitude louvável; menos louvável foi o facto de não haver uma única casa-de-banho no recinto.
quarta-feira, junho 29, 2005
"Ok, já temos um atentado. Já podemos fazer parte de do circuito das cidades terroristicas?"
Curiosa maneira de acalmar os animos e de esclarecer uma anormalidade. Pela pinha de Rui Rio terá passado que com um "atentado" a oferta turística da sua terra incrementaria?
terça-feira, junho 28, 2005
Fumo imposto
José Júdice in Metro - 13.04.2005
Ninguém obriga o aparecer de futuros viciados de tabaco no entanto, o Estado vê-se no papel de induzir que contribuam com mais impostas para a sua, e nossa, saúde. Cobrar fiscalmente aos fumadores dizendo que é uma forma de querer diminuir o consumo é uma acção cínica. Nãqo vão à fonte do problema, a indústria tabaqueira, porque são empresas muito rentáveis e com grupos de pressão poderosos.
Entretanto, os novos vão iniciando-se no vício e os velhos vão tentando deixá-lo. Talvez José Júdice tenha razão, a solução seria psicologia invertida.
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segunda-feira, junho 27, 2005
A frase
Donald Rumsfeld
Que tal, para o Tribunal Penal de Haia?
Merry-go-round II
E assim é na administração pública: quando alguém não faz o seu trabalho da melhor maneira, em vez de ser demitido, é transferido, transferindo também a possibilidade de ocorrência do mesmo erro para outro lugar.
Se cinco detidos se evadem da cadeia, isso não quer necessariamente dizer que a culpa seja do director. É senso comum que a necessidade aguça os sentidos e cinco prisioneiros com vontade de fugir devem ter aguçado a inteligência e explorado todos os pontos fracos quer do estabelecimento prisional, quer do staff que lá trabalha.
Mas é a típica "pescadinha de rabo na boca": se a culpa não pode ser imputada ao director, porquê transferi-lo? E se a culpa é dele, porquê transferi-lo para outra cadeia, onde a história se poderá repetir?
Parece o centro de saúde daqui da terrinha: quando fazemos queixa de uma funcionária, é transferida para outro centro de saúde da zona, mas depois fazem queixa dela lá, e mais dia, menos dia, já cá está outra vez.
domingo, junho 26, 2005
Punk's not dead?
Zac Joe (Cephalic Carnage) in Underworld #15
Seria a atitude do punk, uma atitude progressista, de ruptura, ou simplesmente de anti poderes instalados?
O jazz é um campo de experimentalismo, agora o punk?!
Foi a moda rebelde dos finais dos anos 70. Vomitou em cima, qual antítese, do glam rock e prog rock: simplicidade musical, antisocial das letras e imagem rude.
O genuíno punk morreu como qualquer moda: era laranja que já não dava sumo, quem o personificava mudou.
Serviu de influência como osmose e antítese nos anos 80, mas na década seguinte existiu um revivalismo (geração punk MTV) que nada tinha a ver com o sentimento de revolta de três decadas antes.
O punk poderá resultar como progressivo só à luz do crescimento individual de cada um. Pela recusa das sonoridades que nos saturam, aprendemos a ouvir e a testar outras novas. Só nos tornamos experimentalistas quando recusamos a música que o mercado nos impinge.
sábado, junho 25, 2005
Genial, Sr. Tojal!
Entretanto, na antena da Cidade FM vai nascer um formato de «música urbana negra»
A Foxx FM passará a ser a rádio clone da Marginal do grupo MCR? Ou será que vão tentar fazer dela uma rádio hiphop?
Chegam sempre em atrasados e com uma visão desfocada. É por isso que a Best Rock é um fracasso e se não progride para os gostos do público luso, veja-se a Antena 3, acaba.
sexta-feira, junho 24, 2005
Segredo de Fátima

João Miguel Tavares in DN - 17.06.2005
quinta-feira, junho 23, 2005
quarta-feira, junho 22, 2005
Especial de corrida
Especial? E que tal se falasse com franqueza do dinheiro mal investido, e do que repousou no final nas contas bancárias de alguns nacionais?
terça-feira, junho 21, 2005
Errare humanum est
António Barreto in Público - 05.06.2005
Reintegrar
Dei por este subsídio à pouco tempo. No país europeu que tem desperdiçado consecutivas fornadas de dinheiro europeu para a sua organização e progresso não é de espantar: os deputados, tal como os reclusos das nossas prisões, têm subsídios de reintegração na sociedade civil!
Coitadinhos, não sabia que sofriam de exclusão pelos seus concidadãos.
Francamente, a esbanjar dinheiro com pessoas que têm mostrado pouca competência para decidir/por em prática o melhor para o país?
Felizmente o subsídio foi eliminado por medidas recentes do primeiro-ministro. Houve justiça.
segunda-feira, junho 20, 2005
Miminhos
Rita Blanco in DNa - 15.04.2005
Dr. Roriz de Almeida, você foi nomeado... venha jogar!

Só posso deduzir que são sinónimos da inflação...
Ah, já faltam colocar menos de 149 mil portugueses para a maioria PS cumprir uma das suas sonantes promessas.
domingo, junho 19, 2005
Sempre a abrir!
Cristo terá falecido por embolia pulmonar?
Quem diria, à distância de mais de dois mil anos, ainda se nascem teorias sobre a morte de um personagem de um livro, precisamente o mais "vendido" à escala mundial.
Agora é Dr. Brenner do Centro Médico de Rambam que propõe a teoria da morte de JC se ter devido a embolia pulmonar.
Daqui a uns anos ainda se descobre que Boromir não morreu pelas espadas dos Orcs, mas de uma pneumonia... ou que a Abelha Maia padeceu de riso ao ver o Itchy and Scratchy.
sábado, junho 18, 2005
"Lagosta" suada

Raparigas suadas para vender futebol in A Capital
Lennart Johansson, presidente da UEFA, senhor com idade para já andar de fraldas, lançou ontem esta bonita análise aos microfónes da BBC.
"Há tantas empresas que podiam usar raparigas a jogar na relva, graciosas, suadas, sob chuva, ou a saírem dos balneários. Isso vende. Gosto de futebol de senhoras, cada ano está melhor. Comparando com há 10 anos atrás, está completamente diferente".
Gostaria também que velhos caquéticos como Blatter, José Avelange e o próprio Johansson deixassem o panorama do dirigismo futebólico. É tempo de dar o espaço aos mais novos. Sei lá, ao Valentim Loureiro por exemplo!
sexta-feira, junho 17, 2005
Sabor a Brasil
É a sensação que me dá o "passeio" de feriado que umas largas dezenas de manos fizeram na praia de Carcavelos.
Já havia a mão de obra, faltava a técnica do "leva tudo à frente". O mais provavel é se tratar de marginalizados dos bairros de Lisboa que ganharam coragem, será melhor dizer cobardia, e foram fazer das suas no areal.

O jornal foi investigar, falou com "polícias e ladrões" e outros demais personagens deste tornado palco "mundial" e deixou em ideia que nada poderá ter existido. É caso para pensar. Por exemplo, não houve reclamações de roubos, as fotos tiradas nada mostram.
Os jornalistas à noitinha não disseram nada de concreto. Limitaram-se a falar do não provado. A Capital está de parabéns pela investigação que se encontra incompleta na sua versão digital.
A crítica (musical)
Nuno Markl
Não dêem crédito a um crítico musical. É fugaz a sua sapiência e capacidade de acompanhar a realidade. Markl insurge-se contra João Lisboa (Expresso) e com razão.
Os sons e as performances mudam com as décadas, quem as revê muito raramente tem tacto para as acompanhar.
Faz parte da vida humana darmos valor às referências da nossa juventude. Daí que dos camaradas que agora entram pelos 60 anos a dentro apreciem Beatles, The Shadows e/ou os cantautores francófonos; os que cresceram nos anos 70, desde The Who, Led Zeppelin, Fleetwood Mac, Talking Heads, e por aí adiante.
Há pouco utilizei a palavra raramente porque conheço dois casos: John Peel, há pouco falecido, e António Sérgio.
Peel bem compreendia as bandas que lançava. Tanto dizia bem de Carcass como de Suede e era já um senhor dos seus 50 anos! António Sérgio, com idade para ter juízo, como se diz, passava do Heavy Metal ao Grind Core no programa da Comercial "Lança Chamas". Num programa de debate da SIC, quando questionado se Napalm Death era música, ele retorquiu que sim, e que quem não compreendia naturalmente que consideraria ser barulho.
Abundam os exemplos de críticos desajustados e orgulhosos. Um dos meus perdilectos é Nuno Galopim, um conhecedor do meio industrial. É capaz de chamar chatinhos aos Keane e de dizer a maior baboseira de um artista muito colorido. Também chamavam chatinhos pop aos Duran Duran, Cock Robin e Spandal Ballet, contudo, pessoas nascidas antes dos 90 reconhecem-lhes valor.
quinta-feira, junho 16, 2005
Pop corn
Ricardo Pais in DNa - 29.04.2005

quarta-feira, junho 15, 2005
Dinis, Bárbara e Manuel Maria
Raul Vaz in DN - 10.06.05
A campanha barrete que Santana fez, inaugurou um estilo que, após ser tão criticado, não espera ver tão cedo. Eis que Manuel Maria, seu agregado familiar e Edson Athayde, seu publicista, nos supreendem.
Mau de mais aquele video lamecha. Será que a demência se apoderou dos políticos? Depois de tão vil derrota imposta a Santana Lopes e seu estilo, não interiorizaram que os portugueses não vão nesse estilo de campanhas? Pior: li críticas ferozes de Edson Athayde ao seu colega que planeou o marketing do candidato laranjinha... e agora vejo logo como principal arma, um video familiar em que a mulher do candidato diz para o seu fulho "mas nós queremos que o papá seja Presidente, não é?".
Tenham juízo...
terça-feira, junho 14, 2005
Tempos e vontades
fascínio por esta e aquela novidade (ou todas, como é o meu caso), nunca mudam."
Miguel Esteves Cardoso in DNa - 22.04.2005
Mudam-se os tempos, inventam-se novas necessidades. Novas necessidades que se
generalizam no tempo com as novas gerações, e se tornam em vontades... ou não!
A vida contada numa anedota
«No primeiro dia, Deus criou a vaca.
Deus disse:
- Tens que ir para o campo com o agricultor durante todo o dia e sofrer debaixo do sol, e dar leite para sustentar o agricultor. Eu dar-te-ei uma vida de 60 anos.
A vaca disse:
- É uma vida dura que tu queres que eu viva durante 60 anos. Dá-me somente 20 e eu devolvo-te os outros 40.
E Deus concordou.
No segundo dia, Deus criou o cão. E disse:
- Senta-te o dia perto da porta da tua casa e ladra para qualquer pessoa que entre ou que passe por perto. Eu dar-te-ei 20 anos de vida.
O cão disse:
Isso é muito tempo para estar a ladrar. Dá-me somente 10 e eu devolvo-te os outros 10.
Deus concordou.
No terceiro dia, Deus criou o macaco. E disse:
- Distrai as pessoas, faz truques de macaco e fá-los rir muito. Eu dar-te-ei 20 anos de vida.
O macaco disse:
- Que cansativo, truques de macaco durante 20 anos!? Acho que não. O cão devolveu-te 10 anos e é o que eu vou fazer também, ok?
Deus concordou.
No quarto dia, Deus criou o Homem. Deus disse:
- Come, dorme, brinca, faz sexo, diverte-te. Não faças nada, simplesmente diverte-te. Eu dar-te-ei 20 anos de vida.
O Homem disse:
- O quê!? Só 20 anos? Nem pensar! Vamos fazer o seguinte: eu fico com os 40 anos que a vaca devolveu, com os 10 do cão e os 10 do macaco. Isso faz 80. Pode ser?
- Sim - disse Deus - negócio fechado.
É por isso que durante os primeiros 20 anos comemos, dormimos, brincamos, fazemos sexo, divertimo-nos e não fazemos nada.
Os 40 anos seguintes, sofremos ao sol para sustentar a nossa família, os 10 seguintes fazemos figura de macaco para entreter os nossos netos, e os últimos 10 anos sentamo-nos na varanda e ladramos a toda a gente.»
Está explicada a Vida... E não é que faz sentido?
O que diz Ribeiro
São comentários de Ribeiro e Castro (CDS) no Sábado passado na Madeira após ingerir um peixe-espada-preto com banana.
Pena é, não se investigar de onde vêm essas denúncias. Se terminaram no Presidente da Republica, porque passaram essencialmente por membros do PS e do seu governo? Políticos de outros quadrantes têm tantos ou mais "vícios" estatais, são tão ou mais responsáveis pelo seu instalar. Talvez do PSD ou do CDS saiam essas caladas sugestões que fazem eco na imprensa-escandaleira.
Mas Ribeiro e Castro não se insurge contra as acusações de batalha partidária, não admite é perder a burocracia doce que dá aos políticos fundos de maneio chorudos em troca de pouco trabalho e responsabilização por um Portugal melhor.
segunda-feira, junho 13, 2005
O revolucionário e o poeta


Morreu uma das grandes figuras do século XX português. Tinha o que escasseia nos humanos que fazem a nossa sociedade: coerência e persistência num objectivo sem pensar no medo do fracasso. O facto de estarmos desarmados deste tipo de força, faz de Portugal um país pasmacento, sem capital capaz de gerar riqueza social, económica e intelectual.
Abordo os desaparecimentos da nossa praça positivamente, sempre com a mesma mensagem: pelos que deixam de existir, espero que outros grandes nomes lhes sucedam na nossa galáxia, nomes que façam a diferença.
Ainda no dia 10 de Junho passou um programa na RTP sobre a nata da portugalidade. Da música à ciência, da cultura à arquitectura, estavam lá representados maioritariamente personagens que há 10 anos já eram marcos de Portugal, cá e lá fora. Novos emergem, mas é necessário que lhes dêem uma mão...
Talento? II

"A maior parte das pessoas que ali (novelas nacionais) estão são umas criaturas que aprenderam a falar como quem está na discoteca, qualquer que seja o drama familiar, e desatar aos gritos assim que há um problema."
Ricardo Pais in DNa - 29.04.2005
domingo, junho 12, 2005
Fogo!
Que é feito das fogueiras de Santo António? A viralidade máscula onde se repousa? Nas camas? Pelas ruas de Lisboa com um copo na mão? Ou se calhar em frente a uma playstation...
sábado, junho 11, 2005
Compras na Feira do Livro na Quinta-Feira que passou
Rosa Lobato Faria, Flor de Sal, ASA.
José Gil, Portugal: o medo de existir, Relogio d'Agua.
= 24.85 Euros
sexta-feira, junho 10, 2005
Hoje é "dia da raça"

Salazar, Caetano e comadres festejam nas alturas.
quinta-feira, junho 09, 2005
Bairros
Este estudo reflectiu sobre as notícias que passam nos orgãos de comunicação sobre bairros periféricos e problemáticos.
Concluiu-se que a imagem transmitida era sobretudo sensionalista. São previligiados crimes e problemas sociais a boas acções que, por exemplo, associações criam nesses blocos citadinos.
É o jornalismo espectáculo da SIC e TVI ao serviço da justiça e bem social.
Durão & Guterres, Lda
Das duas, uma ou estavam equivocados na vocação ou tiveram o azar de chefiar um País que não se deixa governar.
(…)
Sendo ambos homens inteligentes, preparados e disponíveis para o serviço público, somos tentados a aceitar a segunda hipótese - a de uma relativa ingovernabilidade do País - como boa.
A tese não é nova e assenta num pressuposto radical - o mosaico de interesses corporativos e partidários que constitui o País inviabiliza quaisquer reformas ou rupturas que atinjam o núcleo dos seus privilégios.
(...)
O País estaria, assim, entregue à sua sorte, paralisado na sua ambição de desenvolvimento, refém de vontades que não coincidem com as aspirações do colectivo.
Miguel Coutinho in DN – 25.05.2005
quarta-feira, junho 08, 2005
O povo não é quem mais ordena
João Morgado Fernandes in DN - 03.06.2005
"Quando não legitimam à primeira, ligitimam à segunda. E se não for à segunda, há-de ser à terceira. De referendo em referendo, de "não" em não" até ao "sim" final. O povo atrapalha, incomoda, adia. Mas não decide.
Joao Miguel Tavares in DN - 03.06.200
Invasão fiscal?
Luís Delgado in DN – 25.05.2005
Por estas "direitas" palavras, só poderemos pensar que o país foi assolado por uma invasão fiscal. Infelizmente, quem mais recebe continua a aliar-se da responsabilidade dar para o investimento público de Portugal. Mas, começam a surgir melhores notícias quanto ao combate da fraude fiscal.
De quando a quando, Luis Delgado atira para o ar afirmações como estas. É daqueles que acredita que basta repetir o palavreado certo para convencer as pessoas de que estão a fazer juizos errados sobre determinados assuntos. O problema é que as suas constatações são de fácil reprovação graças a factos claros que estão à nossa disposição.
terça-feira, junho 07, 2005
O principio do utilizador pagador
Portugueses pagam mais por Internet lenta e com limites de tráfego.
Pagas mais, recebes menos e ainda tens a jóia de usares internet mais lenta! Porreiro, heim?
Um sorriso tudo resolve

João Miguel Tavares in DN - 27.05.2005
segunda-feira, junho 06, 2005
The drunf odyssey
Se eu conseguir parar de espirrar (efeitos secundários), volto cá para falar de signos do zodíaco. Maya e Paulo Cardoso, tenham medo. Tenham muito medo!
Eia, olha ali uma cena de beijos... e acabou :(
Aguardo o resumo feito pela Bomba
Canzoada dos microfones
O que se passa entre políticos fica entre políticos. A canzoada da imprensa e da televisão que se contente com retórica e generalidades. Não merece mais.
Vasco Pulido Valente in Público - 14.05.2005
Uma nova igreja?
A harmonia que nunca existiu porque quando tinha mais podera Igreja limitava o saber científico devido à sua firmeza de princípios (dogmas). Quando as sociedades necessitaram de laicizar os Estado, registou-se maior desenvolvimento das social, económico e cultural.
domingo, junho 05, 2005
Amo.te Lda.
Antes do natal, alargar-se-á o conceito. Amo.te sabão azul e branco, Amo.te óleo de fígado de bacalhau e Amo.te papel higiénico serão dos primeiros produtos a ser comercializados com o prefixo.

Iluminados, mas não pelos holofotes

Adoro quando a crítica fala de operários da música pop como iluminados do seutempo, seres que na sua debilidade constroem obras primas da humanidade. Joy Division e o que sossobrou dele (New Order) foram pão para indústrias culturaisno pós-punk. São agora relembrados pelo concerto no SBSR e pela efeméride damorte de Ian Curtis. E quão belos tratados sociológicos saíram das pinhas deseus admiradores, certamente trintões-à-beira-dos-quarenta, que escrevem nosjornais...
É a complacência do jornalismo com a máquina facturadora do entertenimento.
sábado, junho 04, 2005
Excêntrico?
Não o vi na rua gritar que, da noite para o dia, encheu os bolsos de grana. Não deram a cara para os média. Desapareceram.
Conquanto, a publicidade feita pela Santa Casa continua a bater na mesma tecla: "fazer excêntricos". Com razão, provocar a sensação de grandeza pecadora nos consumidores é uma função do marketing. Há que fazê-los sentir que são especiais.
sexta-feira, junho 03, 2005
A mim não! A mim não!
Mas o que é certo, é que o Ministro da Economia que definiu as medidas, recebe uma bela pensão e um belo ordenado e não vai abdicar de nenhum e o Primeiro-Ministro vem em sua defesa afirmando que "isto é uma campanha de assassinato de carácter", é a velha história da cabala.
"Os políticos ganham pouco", afirmam os próprios, eu não ganho nada e continuo à espera de um dos 150 mil postos de trabalho que Sócrates prometeu para os jovens licenciados.
A cigarra do reino
Estas são das palavras preferidas de Jorge Coelho. Problemas gerados no país? Nada é com ele, na sua análise deveu-se sempre às acções de outras cores políticas. Como tanque de arremesso que é do PS, avança sempre sem medos em nome dos que "não se esquecem" nem perdoam.
Se não tivessemos memória curta e uma justiça pasmaceira, o caso "Entre-os-rios" tinha arredado Jorge Coelho para o lugar que lhe é devido: o dos políticos nacionais mediocres a quem já ninguém passa o "microfone".

quinta-feira, junho 02, 2005
Palpitando
Pedro Rolo Duarte in DNa - 18.03.2005
Marcello, herói póstumo

quarta-feira, junho 01, 2005
Um gajo do contra
Pedro Rolo Duarte in DN - 10.05.2005
"Sá Fernandes revelou coragem na forma como enfrentou interesses, ilegalidades e trapalhadas. O homem das acções populares quer agora avançar com uma candidatura independente à CML. Apressadamente já o censuraram por isso, mas não se percebe porque é que alguém que tem trabalhado em defesa de Lisboa não pode concorrer a edil da cidade."
Pedro Lomba in DN – 13.05.2005
terça-feira, maio 31, 2005
Dia Europeu do Vizinho
Cá na aldeia, o conceito de vizinho é algo diferente do que se pratica nas grandes cidades. Aqui, tenho vizinhos que moram a mais de 300m da minha casa; em Lisboa apenas tenho vizinhos no meu prédio. Não é a relação de proximidade física, por si só, que determina quem são os vizinhos. Mas seja para nos dispensar um bocadinho de açúcar, seja para trocar dois dedos de conversa ou algo de maior, eles lá estão, e ainda bem que podemos contar com eles.
Cá na aldeia, um vizinho quase faz parte da família. Quer se goste ou não, lá está ele a dar palpites que ninguém pediu. Toda a gente sabe o que se passa na casa do vizinho, e se não souber, há-de haver um vizinho para lhe contar... Tu casa es mi casa.
Não me interpretem mal, não pensem que tenho alguma coisa contra os vizinhos: eu fui criada por uma vizinha, brinquei com os putos vizinhos (e como nós aprontávamos!, que saudades...), muitas das coisas que aprendi foram-me ensinadas por vizinhos. Mas é essa mesma familiaridade que lhes acaba por dar um bocadinho de direito de se intrometerem na minha vida.
Ainda sou do tempo em que os vizinhos iam à casa uns dos outros a pretexto de "confraternizar", mas com o real intuito de ver televisão em casa alheia, ou então de filar uma chouricinha regada com um bocadinho de vinho novo. Mas depois os vizinhos eram generosos na retribuição, e ela chegava sempre em forma de produtos hortícolas. Haverá coisa melhor que comer batatas ou cenouras acabadinhas de colher e sem químicos?
Como em tudo na vida, há sempre os bons e os maus. Há o vizinho simpático e disponível que está sempre pronto para nos ajudar sem pedir nada em troca e há o regateiro resmungão que nos tira do sério de quando em vez. Tinha uma vizinha tão regateira, tão regateira (Deus a tenha), que ela sabia melhor do que os meus pais a que horas tinha eu chegado na noite antes e não se inibia de lhes pedir explicações por eu ficar na rua até tão tarde.
Tenho um amigo, um city boy muito dado a confraternizar com os vizinhos. Se ele tivesse sido criado aqui, queria ver se isso seria assim. Eu até o compreendo; se eu tivesse vivido anónima entre a vizinhança também ia querer ter vizinhos "à séria" e fazer aquelas festarolas de bairro e tudo o mais. Mas isso tive eu toda a vida e assim aproveito em Lisboa para poder passar uns dias despercebida sem que quem vive à minha volta saiba sequer como me chamo, quanto mais o que é que eu faço nos dias em que não estou lá.
Nª Srª não apareceu num sobreiro
João Miguel Tavares in DN – 13.05.2005
segunda-feira, maio 30, 2005
Desabafos tristes que nem deviam constar aqui
Anyway, resolvi desfazer-me de muita coisa que já só andava a atrapalhar e foi assim que comecei o dia. Primeiro, pus o sono em dia. Depois, fui acabando as coisas pouco a pouco: o café, o champô, o alho francês à Brás, acabei com a vontade de ver "O Reino dos Céus" (bendito sejas, Orlando Bloom, por existires!), um copito com os melhores amigos que se pode desejar e com isto tudo até consegui acabar com o dinheiro do mês. Com sorte ainda acabo mais um trabalho da faculdade. Houve mais qualquer coisa que acabou, mas para bem da minha sanidade mental, ainda bem! Tenho o triste hábito de deixar as coisas a meio, que é como quem diz, desisto facilmente.
Afinal, parece que não é preciso esperar até aos 40 para se começar a ter juízo!
domingo, maio 29, 2005
Haja alegria!
Alberto João ainda faz algumas coisas bem. Com dinheiro dos impostos que todos pagamos, continentais inclusive, investe no desporto do arquipelago pelo qual dá a cara, e a barriga.
Quanto ao Madeira SAD, um bem haja deste vosso associado forçado!
Regresso ao passado

Quem acede ao sítio da Lusa por um browser "estranho" como o Opera, depara-se com uma viagem ao passado. A data em que estou, para a Lusa, é 1 de Janeiro de 1970. Vá lá, a hora está correcta.
Programador que se considere profissional tem de adaptar o seu produto não só ao universal Internet Explorer, mas aos restantes. Nem todos amam, se rendem, à Microsoft. Por outro lado, um lapso destes associado à nossa agência de notícias, não é prestigiante.
Merry-go-round
Que mania esta, de se construir rotundas atrás de rotundas! Em Évora, a caminho de Portalegre, contei sete rotundas no ano passado. Em Messines não havia rotundas até há coisa de dois ou três anos, quando acabaram a A2. Agora temos três, duas delas sem qualquer iluminação (tenho de ver se existe sinalização, não me lembro de ter visto lá nada).
Durante a época de exames costumava ir a pé para a faculdade e quase todos os dias passava perto da rotunda do Marquês. Não raras vezes havia lá um ou dois carros acidentados. Eram coisas pequenas tipo um toque, uma mossa, mas o bastante para uma boa dôr de cabeça. Será que os condutores lisboetas têm algum problema com os semáforos? É bem conhecida a adoração nacional pela côr verde, seja ela verde verde ou verde tinto. E será essa a explicação para a construção de tantas rotundas? É que, vistas bem as coisas, isso é apenas uma maneira de contornar o problema, não de o resolver
sábado, maio 28, 2005
A figurinha

Que faça melhor figura que no Festival de Cinema de Berlim, de Fevereiro passado. Foi a última, das "Shooting Stars" a chegar ao evento.... e atrasada. Para se ser boa (modelo, actriz, apresentadora de tv, anfitriã, etc), não basta parecer...
sexta-feira, maio 27, 2005
Alerta azul
Não bastava dizerem que a masturbação fazia crescer pêlos nas mãos, agora tinham de se lembrar desta. Qualquer dia ainda se lembram de dizer que sexo selvagem pode provocar ataques cardíacos
Puxar as orelhas aos meninos mal comportados
Esta conclusão pertence a Manuel Monteiro, o "foragido" do CDS-PP.
Mais do que uma labareda de protagonismo do PND, trata-se de uma afirmação com razão de ser. Nos 30 anos de regime participativo, obedecemos a quem nos manda mas não obtemos responsabilização dos "notáveis" que têm ajudado ao piorar da situação económica do país.
quinta-feira, maio 26, 2005
2011, odisseia no Cartaxo
É ver crianças alegres a rodopiar no carrocel da pipa e pensionistas seus avós a tentarem encontrar o equilibrio após um almoço bem regado.
quarta-feira, maio 25, 2005
Efemérides

Tenho um fraquinho por histórias que acabam mal. Talvez por isso a história de Robert Capa e Gerda Taro me fascine tanto.
Dela se diz muita coisa, nem sempre consensual. Numa busca rápida e mal amanhada fica-se a saber que Gerda Pohorylles, de seu verdadeiro nome, nasceu em Estugarda, Alemanha e mudou-se para Paris após a subida de Hitler ao poder. Em 1934 conhece o húngaro Andre Friedmann, um fotógrafo talentoso, mas cujo trabalho não era r€conhecido. Juntos criaram o mito, Robert Capa (na verdade, o alter-ego de Friedmann) - um fotógrafo americano muito reconhecido e do qual eram agentes, conseguindo assim vender as fotos de Friedmann pelo triplo dos preços praticados na França. Gerda aprende a fotografar, muda o apelido para Taro e começa a acompanhar Robert Capa nas suas saídas fotográficas.
Gerda Taro e Robert Capa foram uma espécie de Bonnie & Clyde da fotografia, mas como em tudo na vida, houve um dia em que o fim chegou.
Guerra Civil de Espanha, 1937. Capa tem de voltar a Paris, mas Gerda fica em Madrid. Juntamente com Ted Allan, vai clandestinamente fotografar a frente de batalha. Perto de Valdemorrillo dá-se um ataque aéreo, um tanque republicano descontrolou-se e caiu em cima de Gerda.
De Capa é o que se conhece. Destemido fotógrafo de guerra, esteve presente nas maiores batalhas do seu tempo: Guerra Civil de Espanha, II Guerra Mundial (a invasão do norte da África, da Sicília e, na Itália continental, as batalhas de Nápoles e Montecassino, o desembarque na Normandia no dia D), Vietname... Pelo meio ainda teve tempo para fundar a agência Magnum, juntamente com Chim Seymour e Cartier-Bresson.
Era seu o lema: "If your pictures aren't good enough, you aren't close enough". Por se ter aproximado demais, pisou uma mina perto de Thai Binh, no Vietname. Morreu em serviço, faz hoje 51 anos.
A ambos: Shalom.
PS:Encontrei também uma peça de ficção escrita por Nil Thraby: um diálogo imaginário entre Gerda e Capa que, depois de mortos, se encontram no 65º aniversário da despedida das Brigadas Internacionais. En castellano, por supuesto!
Medidas com rugas
terça-feira, maio 24, 2005
Vêm aí os aumentos
Só IVA a 21% permite receita relevante
E se incrementassemos para 23%? Uí, tudo passaria a funcionar bem melhor!
Deficit político
Não é normal que quem esteve no Governo anterior manifeste ignorância, como se o défice caísse do céu ou fosse entregue aos governantes por correio, com origem em remetente desconhecido.
Miguel Coutinho in DN 20.05.2005
segunda-feira, maio 23, 2005
Onde o pombo caga
A diferença entre portuenses e portistas existe. São boas maneiras de certos ernegumenos a quem Rui Rio tirou privilégios. Se calhar tinha razão, mas o autarca lisboeta já fez ver que receberá de braços abertos a equipe vencedora do campeonato nacional de futebol da época 2004/2005.
domingo, maio 22, 2005
Coeficiente emocional
Os nomes da contra-corrente americana, enchem as fileiras dos exércitos do "bem".
O amigo Dave Mustaine dos Megadeth, com um passado de caveiras nas capas, monstrinhos do "demo", sons do "barulho", refaz o seu passado. Mustaine deixou a bebida e "ervas aromáticas". Acreditem, mudou de vício.

Talvez seja a altura ideal para voltar a partilhar os palcos com Marty Friedman, senhor que foi aconselhado pelo seu guru a largar bandas de energias negativas, como Megadeth.
Assim como é impossível estar parado sem pensar, não é natural que uma pessoa não tenha valores que acredite e defenda.
A maioria dos americanos, muito rebeldes na adolescência, é vencida na sua luta contra a crise da meia-idade. A tríade Cristo, Família e Pátria torna-os planetários amáveis e felizes.
"The moral to the story is this . . . I don't like certain bands and that will never change that in me."
A moral é: coisa mais certa no humano é a mudança. Aceito-a e fica a nota: Dave Mustaine e todos os jovens inconformados arrogantes caem
sábado, maio 21, 2005
sexta-feira, maio 20, 2005
in Destak - 12.05.2005
... e já agora um catálogo com os melhores pontos de consumo, entregue aos consumidores de haxixe à saída do país.
Figo seco
Se não me falha a memória, após o Euro 2004 realizou uma conferência de imprensa afirmando que iria abandonar a Selecção Nacional. Desde essa altura passou quase um ano e o jogador que deixou de ser titular indiscutivel no Real Madrid e começou a sentar-se no banco, agora quer dar mais un chutos na bola. E para onde se virou ele? Para a Selecção Nacional, pois claro! O Scolari parecia-me alguém de convicções fortes, aceitou a situação sem qualquer dúvida. Então e os restantes jogadores, que até têm dado conta do recado, em que situação ficam?
Eu admiro muito o Figo como jogador que tanto deu ao futebol português. Mas um verdadeiro profissional também mostra que o é, quando chega a altura de guardar as chuteiras.
Round and round we go
Discurso do oásis.
Discurso da tanga.
Eleições.
Discurso da esperança, mas...
Apertar o cinto...
quinta-feira, maio 19, 2005
Irreal surreal
Cruzeiro Seixas in DNa - 01.04.2005
Quem nunca pecou, que atire a primeira pedra
Deus deve rejubilar-se lá no céu, por tanta arte & manha que, os seus auto proclamados representantes, tem usado para espalhar a fé.
quarta-feira, maio 18, 2005
Quase que vivo...
Informação, alguns documentários e séries e pouco mais. Geralmente gravo para mais tarde visionar.
É uma opção que faço. Disponibilizo assim, tempo para outras áreas do lazer e saber.
Já não sofremos de falta de fontes de ocupação das 24 horas. O problema é hoje em dia é como organizármos o nosso tempo com a overdose de conhecimento, informação, entertenimento que nos chega à "pele". Valha-nos que boa parte dele é de deitar fora.
terça-feira, maio 17, 2005
Ironias
Excerto do programa do XVII Governo Constitucional.
Esta tarde, liguei para o departamento de Recursos Humanos da Assembleia da República para saber se aceitavam jovens licenciados para estágio profissional ao abrigo do IEFP, na área de revisão de texto (para quem não sabe, é uma medida de incentivo à empregabilidade de jovens que tenham concluído um grau de ensino - mais informações no portal do IEFP).
Foi-me respondido que não, apenas aceitam jovens para estágios não remunerados.
1ª ironia: Querem combater o desemprego, mas não dão o exemplo.
2ª ironia: Já precisavam de um revisor de texto, a julgar por aquele trecho...
Fracos e oprimidos
Daniel Oliveira in Expresso - 16.04.2005
MemoriesII
Se alguém estiver com dúvidas sobre o que me oferecer no aniversário, aqui está uma boa dica. Combinem antes para não me oferecerem todos o mesmo :p
Assassínios em massa
tendência para considerarmos que alguém que mata uma pessoa é um assassino,
enquanto quem mata milhões é vítima de uma doença mental.
Miguel Poiares Maduro in DN - 04.05.2005
Esta afirmação prende-se com o personagem principal do filme A Queda. Não pude deixar de pensar nela quando ouvi o Luis Soares, jovem que assassinou 4 pessoas num percurso suicida que fez em contramão. Aconteceu no dia em que celebrava a compra de casa, diz.
Sensação de imortalidade? Falta da nexo? Não tinha consciência das regras de condução? Tal foi o trauma que não se lembra dos motivos que o levaram à estrada.
Todos erram, mas para quem cometer um acto horrendo como este, 25 anos são bem aplicados. Luis Soares leva já três na cadeia. Necessitamos de mais exemplos como o dele.
Enquanto o jovem sentir que o seu comportamento não é refractário, mas uma fuga da sua natureza rebelde; enquanto o "atleta" da estrada não sentir provação de tempo e dinheiro na paga de desastres, de sustos, de mortes, continuaremos a ter de conviver com bárbaros na estrada.
segunda-feira, maio 16, 2005
Sem um brilhozinho nos olhos

Na foto da entrevista que deu ao DN há dias, Manuel Maria não tem os olhos a centilar. Será da objectiva da câmara fotográfica? Será da falta de luminosidade de Lisboa pré noite?
Ah, e porque não vem de fato de treino vestido? A mesma indomedária que apresenta nos cartazes que invadem já o município...
Memories

Não existe relação directa entre os pudins Boca Doce e o Festival da Canção. Pelo menos, não aparentemente. O único ponto que lhes consigo encontrar em comum tem a ver comigo e com a memória que tenho de ambos, e tanto um como outro me sabiam melhor quando era miúda.
Não sou muito nostálgica, não do tipo, "No meu tempo, é que era!". É claro que recordo com saudades muitas coisas da minha infância. Quem é que não se lembra dos desenhos animados que via quando era mais novo ou das brincadeiras com os outros miúdos do bairro? Dos tempos em que mal havia telefone, quanto mais telemóvel! Ou de quando a única alternatival à RTP1 era a RTP2 (e que longe vão os tempos do "Agora Escolha", o Tom Sawyer, o Verão Azul e o Bocas!, céus, que saudades que tenho do Bocas e do Ted e do Toi).
Todas aquelas coisas me souberam bem porque aconteceram no tempo certo. Não gostaria de voltar a passar por aquilo tudo outra vez. Ser criança tem muita coisa boa, mas também tem muita coisa má. Não trocaria a liberdade que tenho por 3 meses de férias no Verão. Nem mesmo sabendo tudo o que sei hoje!
domingo, maio 15, 2005
Consumidor português
Miguel Esteves Cardoso in DNa - 01.04.2005
Demência temporal

Sónia Morais Santos in DNa 25.03.2005
sábado, maio 14, 2005
E porque não?
Porque não criticar os clássicos?
sexta-feira, maio 13, 2005
A blá-blar é que a gente se entende
Coelhone está de volta ao circo. Rosna contra internos e externos ao seu partido, constrói castelos de sonho para Portugal, e fala fala fala. Debita comentários tão bonitos como este encimado por três verbos. Mas tanto poderia ter sido entitulado "Blá, blá, blar" que para mim significava o mesmo.
Nobre Guedes equivocou-se
Ter sensibilidade para ser Ministro do Ambiente não é o mesmo que ter conhecimentos políticos. O CDS-PP fala que a constituição de Nobre Guedes para arguido é um equívoco mas, na opinião de muitos, ele dá-se tarde demais: o marialva não tinha estatura moral para cuidar da natureza compreendida no nosso território. Antes já se sabia que gostava dela. Ter casa na Arrábida é obra!
quinta-feira, maio 12, 2005
Libertem José Costa Pereira!
Porque poderia acontecer a qualquer um de vós, apoiamos a criação de um abaixo-assinado que reponha a justiça...
...NOT!
Sim, sim... e eu sou o coelhinho da páscoa
Todos sabem que morrem por dia, em Portugal, mais cidadãos inocentes que no Iraque, mesmo nos piores atentados. Alguma coisa está mal, muito mal, na nossa sociedade e nos comportamentos colectivos homicidas e suicidas dos condutores.
Luís Delgado in DN - 04.05.2005
A média de mortes diárias nas estradas portuguesas não será superior a seis. Pelo contrário, quando ocorre um atentado no Iraque raramente é inferior a uma dezena, mesmo que aconteça com dias de diferença. Ah, referir-se-ia Delgado a "cidadãos inocentes do Iraque" os soldados americanos? Será que leu artigo: mais de 250 iraquianos mortos numa semana ?
O que é certo é que não está contabilizado o número de pessoas (inocentes civis iraquianos) que perderam a vida após a política de pacificação que D. Bush II empreendeu pelas arábias. Dizia ele que era guerra preventiva contra o terrorismo...
quarta-feira, maio 11, 2005
Há mar e mar, há ir e surfar
De 25 a 29 de Maio vai haver um workshop de surf para mulheres em Sagres. Custa cerca de €110 (confirmem!!), inclui aulas, fato e prancha, alojamento e almoço. O email de contacto: portugal@internationalsurfschool.com.
Uma sugestão: as mais fraquinhas de braços como eu podem começar a praticar flexões para não fazerem a triste figura que eu fiz. A minha aula acabou mais cedo... já não aguentava o cansaço nos braços, porque um dos movimentos básicos para nos podermos levantar da prancha consiste na elevação do tronco até à zona da bacia.



