Pedro Mexia in DN - 22.07.2005
domingo, julho 31, 2005
sábado, julho 30, 2005
"És tão boa"
Pedro Mexia in DN - 08.07.2005

sexta-feira, julho 29, 2005
Blá, blá, blá!
João Pedro Fonseca in DN - 29.07.2005
É mesmo típico dos portugueses, quando não se faz nada é porque não se faz nada. Quando se faz qualquer coisa não é prioridade nacional. O que eu digo é, por algum lado tem que começar a corrigir os atentandos que existem por esse país fora.
Em que ficamos?
O investimento privado não existe.
É sovina, paga pouco e quer muito. E, como bom português, queixa-se sempre do Estado.
quinta-feira, julho 28, 2005
O grito
quarta-feira, julho 27, 2005
Discurso vazio

João Miguel Tavares in DN 15.07.2005
Politicar é falar. Falar torto, falar direito ou simplesmente falar por falar, marcar presença. Faz-se tão bem à esquerda como à direira. Se Bush é coerente com esta maneira de ver a política, o nosso ancestral Dr. Soares também. JMT regateia contra a converseta do "mestre" de esquerda. Argumentos como terroristas vivem em desespero e em guetos e há que negociar com eles caem por terra ao sabermos que os auto-impludidos nos atentados de Londres eram "gente rude" britânica.
Não queriam negociar, viviam bem e felizes, e não davam sinais nem de desespero nem de viviam em guetos.
Cartão vermelho para o Dr. Soares. Está fora de jogo, há muito tempo! E no entanto...
terça-feira, julho 26, 2005
Ter paciência não chega
Miguel Coutinho in DN - 22.07.2005
Tentar não custa
Rogério Alves (bastonário da ordem dos advogados) in DNa - 06.05.2005
segunda-feira, julho 25, 2005
What?
Fala-se tanto em instituir quotas de emissão radiofónica para a música nacional, mas nada se clarifica acerca do significado desse conceito. Basta ser feita por artistas nacionais ou tem de ser cantada em português de Portugal? É que assim, de repente, lembro-me de não sei quantas bandas que cantam maioritariamente em inglês. E têm alguma notoriedade a nível internacional? Rac rac rac, como se diz na gíria dos chats! Mal, mal, em Portugal... Depois lembro-me de artistas com maior projecção lá fora e que nem os oiço muito na rádio. Claro que também há os chamados sons da lusofonia, desde o Brasil a Cabo Verde - se o mundo inteiro ouve inglês com sotaque, porque não podemos nós ouvir português com sotaque?
E logo pela manhã levo com uma coisa que parece ser uma música ambiente (que raio de ambiente!) e que ainda por cima é a música que o dito artista diz, em entrevista, que sempre sonhou fazer. Quase aposto que o próximo álbum vai ser o álbum que David Fonseca sempre sonhou compôr.
É caso para dizer: "Who are you?"
Ilusões
David Pontes in Jornal de Notícias - 29.06.2005
domingo, julho 24, 2005
sábado, julho 23, 2005
Escritores e guionistas
José Luís Cureda in DNa - 24.06.2005
sexta-feira, julho 22, 2005
Loucura em massa
O grupo parlamentar do PSD da Madeira aprovou ontem um voto de protesto contra Freitas do Amaral, ministro dos Negócios Estrangeiros, acusando-o de "cobardia política" e de "bajulação à China" por enviar uma mensagem de desagravo ao Embaixador da China em Portugal.
Para o deputado do PSD, Tranquada Gomes a atitude de Freitas "é uma incongruência" e "um descaramento" pois significa que o responsável pelo ministério dos Negócios Estrangeiros "não alinha com a defesa dos produtos, das empresas e dos trabalhadores madeirenses e portugueses"
quinta-feira, julho 21, 2005
Assim, sim!

Há que expulsar do governo aqueles que ainda são capazes de gerar a mudança. Há que nivelar a política por baixo e o exemplo tem que começar por cima.
Ironia, claro. O ministro de Estado e das Finanças, Campos e Cunha, era tido por analistas e mesmo por políticos fora do PS, como um profissional sério e competente. Lá vai ele, para o lugar dos portugueses que não têm nervos para aturar a portugalândia política maioritariamente composta por inúteis e pouco capazes seres. Comprovam-no os último 30 , 20 ou, se preferirem, 10 anos de Estado e Assembleia.
Parabéns oposição! Interna e externa.
quarta-feira, julho 20, 2005
terça-feira, julho 19, 2005
Cada vez mais, a crise
MEC in DNa - 01.04.2005
segunda-feira, julho 18, 2005
O arrastanito III
O arrastão de Carcavelos foi inventado por um polícia enervado por meia dúzia de testemunhas histéricas - e para os jornais e televisões sensionalisto-dependentes pouco importa que não tenha sido verdade, desde que tenha sido bem achado e transmita ao público a reconfortante sensação de que os seus preconceitos e mitos se confirmam"
José Júdice in Metro 15.07.2005
domingo, julho 17, 2005
"Low" fat

Quem é? Quem é?
A "diva", a sex symbol internacional, a senhorita Pop de indiscutível talento.
Está grávida e "menos bonita", digamos assim. Quem nunca a achou apelativa em nenhuma dimensão (vocal, cachola, física) assuta-se ainda mais com a última aparição da dama Spears.
sábado, julho 16, 2005
Aridez do som

Coldplay são uma icon que, em cada álbum lançado, é investido mais dinheiro em promoção, e mais se espera ser recebido em vendas. Ainda estamos no inicio da sua divulgação e já estamos saturados de "Speed of Sound" imaginem o que será, daqui ano e meio continuar-se a ouvir esse tema na RFM, Radio Comercial e outras, três vezes ao dia. Maçador?
Contra os vampiros...
Agora, em tempo de férias, pouca roupa e muito mosquito, há-que andar sempre com um dente de alho por perto. Em caso de picada, esfrega-se um alho partido ao meio e aguarda-se; o efeito é quase imediato. Muito melhor que o Fenistil, sobretudo, se não estiver mais ninguém por perto (por causa do cheiro).
sexta-feira, julho 15, 2005
Difamadores e difamados
Ambientalistas, partidos de oposição regional, emigrantes e jornalistas já ouviram das boas vindas de Jardim. Quanto aos últimos ainda estão frescas as denominações "bastardos" e "filhos da puta" feitas num dia em que Alberto João se sentia mais pachorrento.
Já os políticos madeirenses da oposição não têm sido brindados com novo vocabulário, o mandarim refugia-se em reportório antigo : "rafeiros", "rascas", "incompetentes", "covardes", "mafiosos", "parvalhões", "abutres", "malandros", "canalhas", "vigaristas", "tarados", "tontos", "broncos", "psiquicamente doentes" e "subversivos idiotas".

quinta-feira, julho 14, 2005
quarta-feira, julho 13, 2005
O arrastanito II
Leonel Gomes in Diário Económico - 13.07.2005
A jornalista e deputada do Bloco de Esquerda, a propósito do malquisto "arrastão", trabalhou um documentário e colocou-o na internet. Diz quem já o viu que é uma lição de comunicação social. Vejam-no aqui
O arrastanito
Foi só na Sexta-Feira da semana a seguir que o jornal A Capital, que para muitos sofre de esquerdite aguda, investigou a situação e, pela primeira vez, apontou que o tal "arrastão" não existiu.
Na era em que os conteúdos informativos começam a iniciar um quarto sector económico (depois do primário, secundário e terciário) existem cada vez maiores ataques à comunicação social - veja-se o caso dos jornalistas presos por não quererem quebrar o seu sigilo profissional. No entanto, é certa a falta de profissionalismo das pessoas que coordenam as redacções. Já não há investigação séria, a procura detectivesca do pormenor. A comunicação soial era considerada o quarto poder por alguma motivo: tinha a liberdade e instrumentos de denúncia e afirmação.
Os directores de jornal queixam-se da falta de conhecimentos dos jornalistas recém-formados, mas estes também não são motivados para um trabalho de profundidade. É lhes dado material para escrever, confortavelmente na cadeirinha, muitas vezes sobre fait-divers e acontecimentos já relatados noutra imprensa.
Actualmente, a comunicação social presta um mau serviço ao país e um bom serviço aos accionistas.
Os estragos da nossa imagem turistica já estão feitos e o racismo cresceu um pouco mais, contudo houve assunto para vender maior soma de jornais e para fustigar o jornal da noite das TVs durante uns dias. Perde o país e a sociedade.
Ah, segundo se diz 30 a 40 pessoas terão feito desacatos (e assaltos) na praia de Carvavelos. Afinal não foi um arrastão, mas sim um arrastanito.
terça-feira, julho 12, 2005
Amanhã, de manhã...
Segunda-feira o diário Correio da Manhã visou gestores autarcas.
Terça-feira escolheu os gestores hospitalares.
A questão é pertinente: a capa de amanhã estará reservada a gestores de que sector?
Socorro! Os "melhores" estão a escapulir-se do Estado!
João Miguel Tavares in DN - 03.06.2005

Os melhores do serviço público devem ser bem pagos, mas onde é que eles estão? Na assembleia? Não. Nos constantes governos que deram a Portugal o honroso lugar abaixo da Grécia? Também não.
Almerindo Marques (RTP) e Fernando Pinto (TAP) merecem ser bem pagos, sim senhor. Fernando Gomes, o ex-autarca / ex-ministreo agora na Galp, merece uma latinha aos pés e um acordeão para entreter as pessoas no Metro. Será bem pago, caso tenha técnica e o reportório interessante.
segunda-feira, julho 11, 2005
Os culpados do costume
Duarte Lima in DN - 27.05.2005
E depois os outros é que comiam criancinhas ao pequeno almoço.
Pintam-se os piores cenários, por partidos concorrentes e comunicação social, sobre o como seria a sua prática governativa, mas nunca estiveram receberam das mãos dos cidadãos portugueses essa oportunidade.
domingo, julho 10, 2005
Guerra e ódio
O ocidente foi dando, constantemente, o mau exemplo, e que o mundo árabe foi, constantemente, encontrando más respostas e más reacções. Reacções que nunca foram construtivas. Nunca se tentou reconstruir algo. Foram sempre reacções plenas de ressentimento e amargura, marcadas pelo ódio de si próprio e do outro."
Amin Maalouf in DNa - 11.03.2005
sábado, julho 09, 2005
Ah fadista!
Mariza in Dnmúsica - 22.04.2005
sexta-feira, julho 08, 2005
Sua excelência
Judite de Sousa in Jornal de Notícias - 04.06.2005
A política deveria ser constituida por quem já não necessita de adquirir posses, mais, deveria ser serviço público, serviço responsável pelas contribuições que fazemos.
A excelência tem vindo a sair da política não pela remuneração, qualquer gestor com influência atinge ordenados 10 vezes superiores aos do Presidente da República. A sua ausência deve-se ao facto de, cada vez mais, os melhores quadros não acreditarem que podem fazer imperar a sua crença neste lamaçal de opiniões que o país se tornou. No lugar dos poucos políticos competentes e de coragem estão aqueles que deliram quando são tratados por "sua excelência".
Depois há portuguesas e portugueses, parafraseando Guterres, que crêem que o político carece de incentivos emocionais (dinheiro). Os pobres coitadinhos, ganham menos que no privado. Mas trabalham mais e melhor? A Assembleia ressente-se da falta de valores. Mas punem-se os insuficientes que em 30 anos pouco fizeram por um Portugal de excelência?
quinta-feira, julho 07, 2005
PS: eu avisei... Só me ocorre dizer parvoíces acerca disto!
Ai Portugal, Portugal!
Pedro Adão e Silva in A Capital - 20.04.2005
Reformas! Dava-me jeito era uma reforma vitalícia, pode ser? Precisamos de alguém que traga justiça e cuidados médicos necessários: candidato Vieira!
quarta-feira, julho 06, 2005
Nova máxima da política
Subornaste e/ou foste subornado?
Desrespeitaste o sentido de justiça e tens o tribunal à perna?
Então que estás à espera? recandidata-te!


Como dizia José António Lima na última página do Expresso da passada semana, "Fátima Felgueiras, foragida à Justiça, reinvindica o estatuto de exilada política. Isaltino «estranha a coincidência» de ser constituído arguido nesta ocasião. Avelino Ferreira Torres, também arguido noutros processos, esbraceja que «é tudo mentira» sobre as investigações da PJ. Valentim Loureiro, mais um arguido no processo «Apito Dourado» desvaloriza o caso e não abre mão dos cargos"
terça-feira, julho 05, 2005
Manancial PS
Guilherme Valente in Público - 22.06.2005
Não sei quem se trata este tal de Guilherme Valente, mas tem dotes de senhor-político-falo-por-todos. Será petiz de Jorge Coelho?
É o sector da educação pode inverter a triste condição portuguesa que é a falta de massa cinzenta, de espírito crítico, de consenso generalizado nos portugueses sobre um rumo a tomar. É o mais atacado desde os governos de Cavaco Silva. Não há rumo, há muita instabilidade para professores, alunos, pais, auxiliares e o reflexo é a falta de qualidade que graceia no ensino público. De paixão, virou para problema de grave resolução. Todos pedem, todos exigem sacrificios mas o futuro do país é que fica hipotecado.
Sem a instabilidade do sector estar resolvida jamais se conseguirá fazer com que o ensino público nacional crie espíritos abertos ao raciocinio e criação e não mentes q.b. com sapiencia a decorar.
Alberto João prepara entrada nos Malucos do Riso
Com a reforma à vista, provavelmente daqui mais 2 ou 3 mandatos, Alberto João Jardim sonha com um franshize dos Malucos do Riso lá na sua RTP Madeira onde seria actor principal.
Façam-lhe a vontade!
segunda-feira, julho 04, 2005
As fronteiras entre astronomia e astrologia

Quem não gostou da brincadeira foi uma astrologa russa, que processou o ataque estrelar efectuado pela Nasa.
domingo, julho 03, 2005
sábado, julho 02, 2005
RTPN também domina
Positivo! A oferta da RTPN tem pouco mais de um ano e não costuma passar do 1% de share.
É diferente da SIC Notícias, que para vários analistas é a melhor estação de serviço público, mas é muito mais variada. Aborda uma maior diversidade de temáticas sem pressuposto comercial.
Por exemplo, quando li que que o grupo de Pinto Balsemão ia arrancar com um programa chamado "Músicas do Mundo" pensei errado. Não, não era um espaço de música étnica ou de divulgação de sons variados, mas um nome pomposo para a divulgação de Pop. No entanto, passo agradáveis horas a ver o canal de Carnaxide: Eixo do Mal, Panorama BBC, 60 minutos, por vezes Toda a Verdade e espaços noticiosos.
Parabens aos dois... e aos pais.
sexta-feira, julho 01, 2005
Reintegração? Expectativas criadas?!

É que não só acabam as reformas vitalícias, mas também estão em risco os subsídios de reinte- gração (para aqueles que não cheguem aos 12 anos como deputados). "Quem saiu há dois meses recebeu o subsídio ou a reforma. Quem já cá estava e continua, fica sem nada", disse uma deputada ao DN.
(...)
A intenção anunciada por José Sócrates de pôr fim a certos privilégios dos políticos, como a reforma vitalícia e o subsídio de reintegração, está a encontrar resistências dentro do Parlamento. E, neste, de muitos deputados do PS que se sentem lesados ao verem defraudadas as expectativas criadas.
Bons privilégios, má produção. De cima vem o exemplo: a democracia deu aos deputados direitos que são de rir e chorar. Mas um político, envolto num meio de conhecimentos e cunhas tão significativo, necessita de subsídio de reintegração? Não tarda começa a fazer o choradinho do jogador de futebol. "Temos poucos anos de carreira".
Agora, espectativas criadas? As espectativas não eram servir o país. Afinal, aquela velha história de que quem vai para a política vai em busta de "riquezas" tem o seu ponto de verdade.
Arrastão vocal
Para ele, "ao olharmos para Sintra, o que cada um se lembra do presidente da câmara? Eu só me lembro de uma coisa: comentador televisivo (...) Foi para isso que o elegeram? Não. Fazemos-lhe um grande favor ao tirar-lhe este peso imenso do trabalho que tem na câmara e criar condições para ser comentador televisivo por inteiro, que é isso que gosta de fazer."
Chamar irresponsável a Fernando Seara pela hora semanal de um hobbie que faz com satisfação só pode ser falta de argumento. O problema do eleito do PSD é que não é político, nem tem paciência para tramas em que Jorge Coelho criar. Essas tramas são o acessório do homem rural, são o exemplo da falta de inteligência que prende Portugal ao fundo.
Quem não se lembra da "beleza" Edite Estrela à frente da autarquia de Sintra? Que trabalho lhe reconhecem? E o candidato João Soares, terá melhor perfil? A avaliar pelas sondagens, não. É o último na escala de personalidades políticas portuguesas com -21%.
quinta-feira, junho 30, 2005
Mais investimento e menos "chorinho infeliz"
miguel coutinho in DN - 13.04.05
A cultura chegou ao Algarve
Os convites tiveram de ser previamente levantados na loja; faz sentido - se a ideia era promover a Megastore, tinha de haver alguma maneira de levar lá os visitantes.
É uma atitude louvável; menos louvável foi o facto de não haver uma única casa-de-banho no recinto.
quarta-feira, junho 29, 2005
"Ok, já temos um atentado. Já podemos fazer parte de do circuito das cidades terroristicas?"
Curiosa maneira de acalmar os animos e de esclarecer uma anormalidade. Pela pinha de Rui Rio terá passado que com um "atentado" a oferta turística da sua terra incrementaria?
terça-feira, junho 28, 2005
Fumo imposto
José Júdice in Metro - 13.04.2005
Ninguém obriga o aparecer de futuros viciados de tabaco no entanto, o Estado vê-se no papel de induzir que contribuam com mais impostas para a sua, e nossa, saúde. Cobrar fiscalmente aos fumadores dizendo que é uma forma de querer diminuir o consumo é uma acção cínica. Nãqo vão à fonte do problema, a indústria tabaqueira, porque são empresas muito rentáveis e com grupos de pressão poderosos.
Entretanto, os novos vão iniciando-se no vício e os velhos vão tentando deixá-lo. Talvez José Júdice tenha razão, a solução seria psicologia invertida.
-----------
segunda-feira, junho 27, 2005
A frase
Donald Rumsfeld
Que tal, para o Tribunal Penal de Haia?
Merry-go-round II
E assim é na administração pública: quando alguém não faz o seu trabalho da melhor maneira, em vez de ser demitido, é transferido, transferindo também a possibilidade de ocorrência do mesmo erro para outro lugar.
Se cinco detidos se evadem da cadeia, isso não quer necessariamente dizer que a culpa seja do director. É senso comum que a necessidade aguça os sentidos e cinco prisioneiros com vontade de fugir devem ter aguçado a inteligência e explorado todos os pontos fracos quer do estabelecimento prisional, quer do staff que lá trabalha.
Mas é a típica "pescadinha de rabo na boca": se a culpa não pode ser imputada ao director, porquê transferi-lo? E se a culpa é dele, porquê transferi-lo para outra cadeia, onde a história se poderá repetir?
Parece o centro de saúde daqui da terrinha: quando fazemos queixa de uma funcionária, é transferida para outro centro de saúde da zona, mas depois fazem queixa dela lá, e mais dia, menos dia, já cá está outra vez.
domingo, junho 26, 2005
Punk's not dead?
Zac Joe (Cephalic Carnage) in Underworld #15
Seria a atitude do punk, uma atitude progressista, de ruptura, ou simplesmente de anti poderes instalados?
O jazz é um campo de experimentalismo, agora o punk?!
Foi a moda rebelde dos finais dos anos 70. Vomitou em cima, qual antítese, do glam rock e prog rock: simplicidade musical, antisocial das letras e imagem rude.
O genuíno punk morreu como qualquer moda: era laranja que já não dava sumo, quem o personificava mudou.
Serviu de influência como osmose e antítese nos anos 80, mas na década seguinte existiu um revivalismo (geração punk MTV) que nada tinha a ver com o sentimento de revolta de três decadas antes.
O punk poderá resultar como progressivo só à luz do crescimento individual de cada um. Pela recusa das sonoridades que nos saturam, aprendemos a ouvir e a testar outras novas. Só nos tornamos experimentalistas quando recusamos a música que o mercado nos impinge.
sábado, junho 25, 2005
Genial, Sr. Tojal!
Entretanto, na antena da Cidade FM vai nascer um formato de «música urbana negra»
A Foxx FM passará a ser a rádio clone da Marginal do grupo MCR? Ou será que vão tentar fazer dela uma rádio hiphop?
Chegam sempre em atrasados e com uma visão desfocada. É por isso que a Best Rock é um fracasso e se não progride para os gostos do público luso, veja-se a Antena 3, acaba.
sexta-feira, junho 24, 2005
Segredo de Fátima

João Miguel Tavares in DN - 17.06.2005
quinta-feira, junho 23, 2005
quarta-feira, junho 22, 2005
Especial de corrida
Especial? E que tal se falasse com franqueza do dinheiro mal investido, e do que repousou no final nas contas bancárias de alguns nacionais?
terça-feira, junho 21, 2005
Errare humanum est
António Barreto in Público - 05.06.2005
Reintegrar
Dei por este subsídio à pouco tempo. No país europeu que tem desperdiçado consecutivas fornadas de dinheiro europeu para a sua organização e progresso não é de espantar: os deputados, tal como os reclusos das nossas prisões, têm subsídios de reintegração na sociedade civil!
Coitadinhos, não sabia que sofriam de exclusão pelos seus concidadãos.
Francamente, a esbanjar dinheiro com pessoas que têm mostrado pouca competência para decidir/por em prática o melhor para o país?
Felizmente o subsídio foi eliminado por medidas recentes do primeiro-ministro. Houve justiça.
segunda-feira, junho 20, 2005
Miminhos
Rita Blanco in DNa - 15.04.2005
Dr. Roriz de Almeida, você foi nomeado... venha jogar!

Só posso deduzir que são sinónimos da inflação...
Ah, já faltam colocar menos de 149 mil portugueses para a maioria PS cumprir uma das suas sonantes promessas.
domingo, junho 19, 2005
Sempre a abrir!
Cristo terá falecido por embolia pulmonar?
Quem diria, à distância de mais de dois mil anos, ainda se nascem teorias sobre a morte de um personagem de um livro, precisamente o mais "vendido" à escala mundial.
Agora é Dr. Brenner do Centro Médico de Rambam que propõe a teoria da morte de JC se ter devido a embolia pulmonar.
Daqui a uns anos ainda se descobre que Boromir não morreu pelas espadas dos Orcs, mas de uma pneumonia... ou que a Abelha Maia padeceu de riso ao ver o Itchy and Scratchy.
sábado, junho 18, 2005
"Lagosta" suada

Raparigas suadas para vender futebol in A Capital
Lennart Johansson, presidente da UEFA, senhor com idade para já andar de fraldas, lançou ontem esta bonita análise aos microfónes da BBC.
"Há tantas empresas que podiam usar raparigas a jogar na relva, graciosas, suadas, sob chuva, ou a saírem dos balneários. Isso vende. Gosto de futebol de senhoras, cada ano está melhor. Comparando com há 10 anos atrás, está completamente diferente".
Gostaria também que velhos caquéticos como Blatter, José Avelange e o próprio Johansson deixassem o panorama do dirigismo futebólico. É tempo de dar o espaço aos mais novos. Sei lá, ao Valentim Loureiro por exemplo!
sexta-feira, junho 17, 2005
Sabor a Brasil
É a sensação que me dá o "passeio" de feriado que umas largas dezenas de manos fizeram na praia de Carcavelos.
Já havia a mão de obra, faltava a técnica do "leva tudo à frente". O mais provavel é se tratar de marginalizados dos bairros de Lisboa que ganharam coragem, será melhor dizer cobardia, e foram fazer das suas no areal.

O jornal foi investigar, falou com "polícias e ladrões" e outros demais personagens deste tornado palco "mundial" e deixou em ideia que nada poderá ter existido. É caso para pensar. Por exemplo, não houve reclamações de roubos, as fotos tiradas nada mostram.
Os jornalistas à noitinha não disseram nada de concreto. Limitaram-se a falar do não provado. A Capital está de parabéns pela investigação que se encontra incompleta na sua versão digital.
A crítica (musical)
Nuno Markl
Não dêem crédito a um crítico musical. É fugaz a sua sapiência e capacidade de acompanhar a realidade. Markl insurge-se contra João Lisboa (Expresso) e com razão.
Os sons e as performances mudam com as décadas, quem as revê muito raramente tem tacto para as acompanhar.
Faz parte da vida humana darmos valor às referências da nossa juventude. Daí que dos camaradas que agora entram pelos 60 anos a dentro apreciem Beatles, The Shadows e/ou os cantautores francófonos; os que cresceram nos anos 70, desde The Who, Led Zeppelin, Fleetwood Mac, Talking Heads, e por aí adiante.
Há pouco utilizei a palavra raramente porque conheço dois casos: John Peel, há pouco falecido, e António Sérgio.
Peel bem compreendia as bandas que lançava. Tanto dizia bem de Carcass como de Suede e era já um senhor dos seus 50 anos! António Sérgio, com idade para ter juízo, como se diz, passava do Heavy Metal ao Grind Core no programa da Comercial "Lança Chamas". Num programa de debate da SIC, quando questionado se Napalm Death era música, ele retorquiu que sim, e que quem não compreendia naturalmente que consideraria ser barulho.
Abundam os exemplos de críticos desajustados e orgulhosos. Um dos meus perdilectos é Nuno Galopim, um conhecedor do meio industrial. É capaz de chamar chatinhos aos Keane e de dizer a maior baboseira de um artista muito colorido. Também chamavam chatinhos pop aos Duran Duran, Cock Robin e Spandal Ballet, contudo, pessoas nascidas antes dos 90 reconhecem-lhes valor.
quinta-feira, junho 16, 2005
Pop corn
Ricardo Pais in DNa - 29.04.2005

quarta-feira, junho 15, 2005
Dinis, Bárbara e Manuel Maria
Raul Vaz in DN - 10.06.05
A campanha barrete que Santana fez, inaugurou um estilo que, após ser tão criticado, não espera ver tão cedo. Eis que Manuel Maria, seu agregado familiar e Edson Athayde, seu publicista, nos supreendem.
Mau de mais aquele video lamecha. Será que a demência se apoderou dos políticos? Depois de tão vil derrota imposta a Santana Lopes e seu estilo, não interiorizaram que os portugueses não vão nesse estilo de campanhas? Pior: li críticas ferozes de Edson Athayde ao seu colega que planeou o marketing do candidato laranjinha... e agora vejo logo como principal arma, um video familiar em que a mulher do candidato diz para o seu fulho "mas nós queremos que o papá seja Presidente, não é?".
Tenham juízo...
terça-feira, junho 14, 2005
Tempos e vontades
fascínio por esta e aquela novidade (ou todas, como é o meu caso), nunca mudam."
Miguel Esteves Cardoso in DNa - 22.04.2005
Mudam-se os tempos, inventam-se novas necessidades. Novas necessidades que se
generalizam no tempo com as novas gerações, e se tornam em vontades... ou não!
A vida contada numa anedota
«No primeiro dia, Deus criou a vaca.
Deus disse:
- Tens que ir para o campo com o agricultor durante todo o dia e sofrer debaixo do sol, e dar leite para sustentar o agricultor. Eu dar-te-ei uma vida de 60 anos.
A vaca disse:
- É uma vida dura que tu queres que eu viva durante 60 anos. Dá-me somente 20 e eu devolvo-te os outros 40.
E Deus concordou.
No segundo dia, Deus criou o cão. E disse:
- Senta-te o dia perto da porta da tua casa e ladra para qualquer pessoa que entre ou que passe por perto. Eu dar-te-ei 20 anos de vida.
O cão disse:
Isso é muito tempo para estar a ladrar. Dá-me somente 10 e eu devolvo-te os outros 10.
Deus concordou.
No terceiro dia, Deus criou o macaco. E disse:
- Distrai as pessoas, faz truques de macaco e fá-los rir muito. Eu dar-te-ei 20 anos de vida.
O macaco disse:
- Que cansativo, truques de macaco durante 20 anos!? Acho que não. O cão devolveu-te 10 anos e é o que eu vou fazer também, ok?
Deus concordou.
No quarto dia, Deus criou o Homem. Deus disse:
- Come, dorme, brinca, faz sexo, diverte-te. Não faças nada, simplesmente diverte-te. Eu dar-te-ei 20 anos de vida.
O Homem disse:
- O quê!? Só 20 anos? Nem pensar! Vamos fazer o seguinte: eu fico com os 40 anos que a vaca devolveu, com os 10 do cão e os 10 do macaco. Isso faz 80. Pode ser?
- Sim - disse Deus - negócio fechado.
É por isso que durante os primeiros 20 anos comemos, dormimos, brincamos, fazemos sexo, divertimo-nos e não fazemos nada.
Os 40 anos seguintes, sofremos ao sol para sustentar a nossa família, os 10 seguintes fazemos figura de macaco para entreter os nossos netos, e os últimos 10 anos sentamo-nos na varanda e ladramos a toda a gente.»
Está explicada a Vida... E não é que faz sentido?
O que diz Ribeiro
São comentários de Ribeiro e Castro (CDS) no Sábado passado na Madeira após ingerir um peixe-espada-preto com banana.
Pena é, não se investigar de onde vêm essas denúncias. Se terminaram no Presidente da Republica, porque passaram essencialmente por membros do PS e do seu governo? Políticos de outros quadrantes têm tantos ou mais "vícios" estatais, são tão ou mais responsáveis pelo seu instalar. Talvez do PSD ou do CDS saiam essas caladas sugestões que fazem eco na imprensa-escandaleira.
Mas Ribeiro e Castro não se insurge contra as acusações de batalha partidária, não admite é perder a burocracia doce que dá aos políticos fundos de maneio chorudos em troca de pouco trabalho e responsabilização por um Portugal melhor.
segunda-feira, junho 13, 2005
O revolucionário e o poeta


Morreu uma das grandes figuras do século XX português. Tinha o que escasseia nos humanos que fazem a nossa sociedade: coerência e persistência num objectivo sem pensar no medo do fracasso. O facto de estarmos desarmados deste tipo de força, faz de Portugal um país pasmacento, sem capital capaz de gerar riqueza social, económica e intelectual.
Abordo os desaparecimentos da nossa praça positivamente, sempre com a mesma mensagem: pelos que deixam de existir, espero que outros grandes nomes lhes sucedam na nossa galáxia, nomes que façam a diferença.
Ainda no dia 10 de Junho passou um programa na RTP sobre a nata da portugalidade. Da música à ciência, da cultura à arquitectura, estavam lá representados maioritariamente personagens que há 10 anos já eram marcos de Portugal, cá e lá fora. Novos emergem, mas é necessário que lhes dêem uma mão...
Talento? II

"A maior parte das pessoas que ali (novelas nacionais) estão são umas criaturas que aprenderam a falar como quem está na discoteca, qualquer que seja o drama familiar, e desatar aos gritos assim que há um problema."
Ricardo Pais in DNa - 29.04.2005
domingo, junho 12, 2005
Fogo!
Que é feito das fogueiras de Santo António? A viralidade máscula onde se repousa? Nas camas? Pelas ruas de Lisboa com um copo na mão? Ou se calhar em frente a uma playstation...
sábado, junho 11, 2005
Compras na Feira do Livro na Quinta-Feira que passou
Rosa Lobato Faria, Flor de Sal, ASA.
José Gil, Portugal: o medo de existir, Relogio d'Agua.
= 24.85 Euros
sexta-feira, junho 10, 2005
Hoje é "dia da raça"

Salazar, Caetano e comadres festejam nas alturas.
quinta-feira, junho 09, 2005
Bairros
Este estudo reflectiu sobre as notícias que passam nos orgãos de comunicação sobre bairros periféricos e problemáticos.
Concluiu-se que a imagem transmitida era sobretudo sensionalista. São previligiados crimes e problemas sociais a boas acções que, por exemplo, associações criam nesses blocos citadinos.
É o jornalismo espectáculo da SIC e TVI ao serviço da justiça e bem social.
Durão & Guterres, Lda
Das duas, uma ou estavam equivocados na vocação ou tiveram o azar de chefiar um País que não se deixa governar.
(…)
Sendo ambos homens inteligentes, preparados e disponíveis para o serviço público, somos tentados a aceitar a segunda hipótese - a de uma relativa ingovernabilidade do País - como boa.
A tese não é nova e assenta num pressuposto radical - o mosaico de interesses corporativos e partidários que constitui o País inviabiliza quaisquer reformas ou rupturas que atinjam o núcleo dos seus privilégios.
(...)
O País estaria, assim, entregue à sua sorte, paralisado na sua ambição de desenvolvimento, refém de vontades que não coincidem com as aspirações do colectivo.
Miguel Coutinho in DN – 25.05.2005
quarta-feira, junho 08, 2005
O povo não é quem mais ordena
João Morgado Fernandes in DN - 03.06.2005
"Quando não legitimam à primeira, ligitimam à segunda. E se não for à segunda, há-de ser à terceira. De referendo em referendo, de "não" em não" até ao "sim" final. O povo atrapalha, incomoda, adia. Mas não decide.
Joao Miguel Tavares in DN - 03.06.200
Invasão fiscal?
Luís Delgado in DN – 25.05.2005
Por estas "direitas" palavras, só poderemos pensar que o país foi assolado por uma invasão fiscal. Infelizmente, quem mais recebe continua a aliar-se da responsabilidade dar para o investimento público de Portugal. Mas, começam a surgir melhores notícias quanto ao combate da fraude fiscal.
De quando a quando, Luis Delgado atira para o ar afirmações como estas. É daqueles que acredita que basta repetir o palavreado certo para convencer as pessoas de que estão a fazer juizos errados sobre determinados assuntos. O problema é que as suas constatações são de fácil reprovação graças a factos claros que estão à nossa disposição.
terça-feira, junho 07, 2005
O principio do utilizador pagador
Portugueses pagam mais por Internet lenta e com limites de tráfego.
Pagas mais, recebes menos e ainda tens a jóia de usares internet mais lenta! Porreiro, heim?
Um sorriso tudo resolve

João Miguel Tavares in DN - 27.05.2005
segunda-feira, junho 06, 2005
The drunf odyssey
Se eu conseguir parar de espirrar (efeitos secundários), volto cá para falar de signos do zodíaco. Maya e Paulo Cardoso, tenham medo. Tenham muito medo!
Eia, olha ali uma cena de beijos... e acabou :(
Aguardo o resumo feito pela Bomba
Canzoada dos microfones
O que se passa entre políticos fica entre políticos. A canzoada da imprensa e da televisão que se contente com retórica e generalidades. Não merece mais.
Vasco Pulido Valente in Público - 14.05.2005
Uma nova igreja?
A harmonia que nunca existiu porque quando tinha mais podera Igreja limitava o saber científico devido à sua firmeza de princípios (dogmas). Quando as sociedades necessitaram de laicizar os Estado, registou-se maior desenvolvimento das social, económico e cultural.
domingo, junho 05, 2005
Amo.te Lda.
Antes do natal, alargar-se-á o conceito. Amo.te sabão azul e branco, Amo.te óleo de fígado de bacalhau e Amo.te papel higiénico serão dos primeiros produtos a ser comercializados com o prefixo.

Iluminados, mas não pelos holofotes

Adoro quando a crítica fala de operários da música pop como iluminados do seutempo, seres que na sua debilidade constroem obras primas da humanidade. Joy Division e o que sossobrou dele (New Order) foram pão para indústrias culturaisno pós-punk. São agora relembrados pelo concerto no SBSR e pela efeméride damorte de Ian Curtis. E quão belos tratados sociológicos saíram das pinhas deseus admiradores, certamente trintões-à-beira-dos-quarenta, que escrevem nosjornais...
É a complacência do jornalismo com a máquina facturadora do entertenimento.
sábado, junho 04, 2005
Excêntrico?
Não o vi na rua gritar que, da noite para o dia, encheu os bolsos de grana. Não deram a cara para os média. Desapareceram.
Conquanto, a publicidade feita pela Santa Casa continua a bater na mesma tecla: "fazer excêntricos". Com razão, provocar a sensação de grandeza pecadora nos consumidores é uma função do marketing. Há que fazê-los sentir que são especiais.
sexta-feira, junho 03, 2005
A mim não! A mim não!
Mas o que é certo, é que o Ministro da Economia que definiu as medidas, recebe uma bela pensão e um belo ordenado e não vai abdicar de nenhum e o Primeiro-Ministro vem em sua defesa afirmando que "isto é uma campanha de assassinato de carácter", é a velha história da cabala.
"Os políticos ganham pouco", afirmam os próprios, eu não ganho nada e continuo à espera de um dos 150 mil postos de trabalho que Sócrates prometeu para os jovens licenciados.
A cigarra do reino
Estas são das palavras preferidas de Jorge Coelho. Problemas gerados no país? Nada é com ele, na sua análise deveu-se sempre às acções de outras cores políticas. Como tanque de arremesso que é do PS, avança sempre sem medos em nome dos que "não se esquecem" nem perdoam.
Se não tivessemos memória curta e uma justiça pasmaceira, o caso "Entre-os-rios" tinha arredado Jorge Coelho para o lugar que lhe é devido: o dos políticos nacionais mediocres a quem já ninguém passa o "microfone".

quinta-feira, junho 02, 2005
Palpitando
Pedro Rolo Duarte in DNa - 18.03.2005
Marcello, herói póstumo

quarta-feira, junho 01, 2005
Um gajo do contra
Pedro Rolo Duarte in DN - 10.05.2005
"Sá Fernandes revelou coragem na forma como enfrentou interesses, ilegalidades e trapalhadas. O homem das acções populares quer agora avançar com uma candidatura independente à CML. Apressadamente já o censuraram por isso, mas não se percebe porque é que alguém que tem trabalhado em defesa de Lisboa não pode concorrer a edil da cidade."
Pedro Lomba in DN – 13.05.2005




