
Durão Barroso não vai... por motivos de agenda. Os mesmos motivos que o levaram a abandonar Portugal à sua sorte? Meritíssimos...
Centro de reflexão do nacional-porreirismo
No próximo Domingo estará em causa a aprovação de uma lei que permita que a moral de alguns, e a opinião de outros coexista. Ao contrário dos movimentos do "não" que vêem nesta nova realidade um retrocesso e um atraso civilizacional, eu vejo o inverso. Nos últimos dois séculos da sociedade ocidental, a religião deixou de ser a voz de comando para poderem existir várias dimensões. Modernizar é respeitar diversas opiniões e é nesse sentido que a maioria dos países progride.
Até já George W. Bush se preocupa com o ambiente. O líder do país que representa 30% da poluição mundial, quer apostar nas energias alternativas e até tem resoluções para o aquecimento global. Segundo a TSF, a Casa Branca estuda a hipótese de colocar em órbita um reflector solar que reflecta 1% da luz que entra na terra. Dizem também que esta opção vale mais do que rectificar o tratado de Quioto. Grandes ideias, para grandes problemas... mesmo que não sejam exequíveis.Olhando para os mais influentes empresários nacionais, bem podem Paulo Portas e o seu boneco animado meter a viola no saco. Ninguém quer menos Estado. Todos querem imenso Estado. Para lhes pagar as contas. E ninguém se quer chegar à frente para pagar as contas do Estado.Daniel Oliveira in Expresso - 13.05.2006
E se em Portugal houvesse um evento que em dezenas de concertos com profissionais de qualidade, se tocasse música antiga e as suas respectivas influências - a música tradicional de cada país?
Ao ouvir o programa de Domingo de Pedro Rolo Duarte na Antena 1, que actualmente entrevista bloggers, deparo-me com um tema interessante para discussão.


Não cheira nada, podem estar descansados!
Passa quase um mês depois do falecimento de James Brown, não deixa de ser caricato que continue por enterrar.
Distúrbios na sua turma de descendentes continuam a adiar o "engavetamento" do icon da Soul num... mausoléu. Nem na morte a sua querida família o deixa em paz, recorde-se que nas últimas décadas de vida alguns dos seus filhos lançaram processos relativamente à "cheta" do artista.

Chega hoje às mãos dos urbes lisboetas e portistas, um jornal desportivo gratuito. Começa o fim da brincadeira para A Bola, Record e O Jogo. Já com descidas nas tiragens nos últimos tempos, enfrentam agora o que os diários ditos generalistas tiveram de enfrentar: descida drástica de vendas. Portugal será, muito provavelmente, o único país europeu a ter três diários desportivos pagos mas o cenário não deverá continuar assim por muito tempo.





O programa "O Portugal de... Miguel Esteves Cardoso", emitido na passada terça-feira, foi de qualidade. Talvez o mais interessante dos vários que já foram emitidos.
Vi-o hoje graças a maravilhosa tecnologia.
Miguel Esteves Cardoso, consegue ter uma visão privilegiada de Portugal devido à sua costela inglesa, à sua experiência e intelectualidade.
O autoritarismo, o individualismo, a personalidade magnânime dos portugueses, mas também as excelentes potencialidades do país e da estrutura social, foram relevadas por este homem das letras. Afirme-se o facto de ter a torneira aberta para todo o tipo de palavras. Qual inglês, na frase mais séria prega com uma ou duas asneiras bem fortes para desmoer.
Miguel Esteves Cardoso é um dos nossos grandes valores e está arredado da TV e da rádio. Temo-lo semanalmente na revista Única do Expresso mas não basta.







