segunda-feira, outubro 19, 2009
O ex-puritanismo de Ted Haggard
Ted Haggard é umas pastor evangélico excomungado. Após uma vida de pregar contra tudo e todos que não tivessem a ver com a sua leitura da bíblia, descobriu pela prática o que é marginalizar, passando a ser marginalizado.
Em 2006, descobriu-se que Ted Haggard não era "puro". Tinha relações homossexuais e tomava afetaminas. "The Trials of Ted Haggard" é um documentário sobre a sua vida depois de admiti-lo. Graças a este trabalho da HBO, voltou à ribalta e vive de entrevistas sobre o seu passado obscuro.
sábado, outubro 17, 2009
Maitê Proença e Pingo Doce
A "reportagem" de Maitê Proença e o anúncio do Pingo Doce têm gerada discussão na internet. O que é que penso de ambos.
Maitê Proença
- Infantil. Um pessoa com o reconhecimento que ela tem, não pode fazer figuras de imberbes;
- Se é humor, não tem graça. Os portugueses são os primeiros a rirem-se com a sua desgraça, e o vídeo não faz rir. É depreciativo.
- Chega a ser má educação, mas não justifica que se peça desculpas. Regista-se, fica-se a saber com o que se pode contar da escritora e actriz.
Pingo Doce
- Embora a música fique no ouvido, a voz é estridente e irritante. Distrai e leva-me a evitar o anúncio
- Os estereótipos portugueses não são os melhores. A realidade patriótica é desajustada;
- O gesto "venha cá" não é o ideal. Os consumidores vão a um supermercado porque querem, não porque são mandados com um gesto de mão.
- Fora estas embirrações, video é colorido e é adequado à política de "nova" marca.
Maitê Proença
- Infantil. Um pessoa com o reconhecimento que ela tem, não pode fazer figuras de imberbes;
- Se é humor, não tem graça. Os portugueses são os primeiros a rirem-se com a sua desgraça, e o vídeo não faz rir. É depreciativo.
- Chega a ser má educação, mas não justifica que se peça desculpas. Regista-se, fica-se a saber com o que se pode contar da escritora e actriz.
Pingo Doce
- Embora a música fique no ouvido, a voz é estridente e irritante. Distrai e leva-me a evitar o anúncio
- Os estereótipos portugueses não são os melhores. A realidade patriótica é desajustada;
- O gesto "venha cá" não é o ideal. Os consumidores vão a um supermercado porque querem, não porque são mandados com um gesto de mão.
- Fora estas embirrações, video é colorido e é adequado à política de "nova" marca.
quinta-feira, outubro 15, 2009
Foi Deus (Pinheiro)
Os "motivos pessoais" servem para sair, mas foi pela "verdade" e representatividade que Deus Pinheiro foi eleito como cabeça de lista PSD por Braga.Hoje, demitiu-se em meia hora de hemiciclo. Credibilidade e honestidade são bons valores republicados que certas pessoas e partidos relativizam, como se a assembleia fosse um teatro muito á parte da realidade dos 15 dias de campanha.
Deus Pinheiro, pese embora haja a "teoria" que esta decisão tenha a ver com razões de saúde, já está noutra. Freitas do Amaral saiu quando estava muito fragilizado, e não apenas por razões de saúde. Durão Barroso sai do cargo mais decisório do país fragilizando toda a confiança que lhe tinham dado. Santana Lopes, Paulo Portas, Pacheco Pereira, vão e vêm, entre o deserto e os holofotes da política para "o bem público". A política é um instrumento pessoal.
Só faz falta quem quer representar os cidadãos, mas os "Deuses Pinheiros" contribuem para a cada vez mais descredibilização dos partidos e da democracia.
terça-feira, outubro 13, 2009
Estaline, à porta fechada
Mais do que uma série sobre a II Grande Guerra, "À Porta Fechada" é sobre Estaline, o seu depotismo, juízo mesquinho e crueldade. É também sobre uma Rússia que fez as despesas da guerra na europa em três anos tendo perdido 27 milhões de pessoas. Reflecte também sobre o futuro do bloco soviético da europa de leste até 1989.
Uma boa série, numa visão parcial e pró-ocidental.
Uma boa série, numa visão parcial e pró-ocidental.
domingo, outubro 11, 2009
Alan Kardec
sexta-feira, outubro 09, 2009
quarta-feira, outubro 07, 2009
segunda-feira, outubro 05, 2009
sábado, outubro 03, 2009
A luz que guiava
O "novelo" mais antigo dos EUA, GuidingLight, acabou. Após mais de 15 mil episódios gravados ao longo de várias décadas, os espectadores diminuiram e a estação acabou com o investimento.
Em tanta história, há as eventuais repetições entre personagens. Tão ou mais que "Neighbours", uma seérie que marcou, pela negativa, os meus anos 80.
Esta é mais uma excelente reportagem do 60 Minutos.
Em tanta história, há as eventuais repetições entre personagens. Tão ou mais que "Neighbours", uma seérie que marcou, pela negativa, os meus anos 80.
Esta é mais uma excelente reportagem do 60 Minutos.
quinta-feira, outubro 01, 2009
A semana da polémica

As eleições deviam ser como o natal: quando um homem/mulher quizerem.
Há uma grande diferença entre os dias que precederam as legislativas e os que agora vivemos. Antes haviam inaugurações dia-a-dia, agora parece que se tirou uma rolha da garrafa e que tudo o que é polémico é reveçado.
A compra de 30% da Media Capital pela OnGoing, caso dos submarinos, a "declaração de guerra" de Cavaco ao governo recém eleito.
terça-feira, setembro 29, 2009
Momentos
Tarde demais nos apercebemos que a vida é feita de momentos.
A economia serve-nos ou somos nós que servimos a economia?
domingo, setembro 27, 2009
sexta-feira, setembro 25, 2009
Campanha tonta
Esta foi uma campanha realmente esclarecedora. Falou-se de:
- Asfixia democrática;
- Medo;
- TGV;
- Salazar;
- Acordos secretos;
- Instrumentalizações;
- Campanhas ocultas;
Ufa, venha lá esse período de reflexão. Não para decidir, mas para descansar da asfixia de tontice.
- Asfixia democrática;
- Medo;
- TGV;
- Salazar;
- Acordos secretos;
- Instrumentalizações;
- Campanhas ocultas;
Ufa, venha lá esse período de reflexão. Não para decidir, mas para descansar da asfixia de tontice.
quarta-feira, setembro 23, 2009
Investimento interno
"O Estado tem de ter os tribunais a funcionar e impedir que só haja imbecis a sair da escola. Isto é que são as funções do Estado. A sua é escrever, a minha papaguear e a dos empresários investir!"
Medina Carreira in Visão - 10.09.2009
Medina Carreira in Visão - 10.09.2009
segunda-feira, setembro 21, 2009
"O Inferno Verde"
"
Inferno Verde" é um livro de memórias de um soldado português em Moçambique. Autor do livro, José Alberto Mesquita por lá passou entre 1968-1972.
A guerra, a amizade, a injustiça de um conflito que no século XX já só poderia ter um fim. As memórias que são mais ricas para mim prendem-se com o furriel Raposo, soldado cujo nome consta hoje do monumento aos combatentes do ultramar em Belém. Um tio que não conheci em vida e cuja morte marcou a família.
Num ano tenho conhecimento de dois livros com memórias de familiares meus.
Inferno Verde" é um livro de memórias de um soldado português em Moçambique. Autor do livro, José Alberto Mesquita por lá passou entre 1968-1972.A guerra, a amizade, a injustiça de um conflito que no século XX já só poderia ter um fim. As memórias que são mais ricas para mim prendem-se com o furriel Raposo, soldado cujo nome consta hoje do monumento aos combatentes do ultramar em Belém. Um tio que não conheci em vida e cuja morte marcou a família.
Num ano tenho conhecimento de dois livros com memórias de familiares meus.
sábado, setembro 19, 2009
quinta-feira, setembro 17, 2009
terça-feira, setembro 15, 2009
Retalhistas filantropos
Os retalhistas são quase uma espécie de filantropos porque pegam nos lucros dos produtores e entregam-nos aos consumidores. (...) as margens de lucro dos retalhistas continuam a ser bastante inferiores às dos produtores, que conseguem compensar essas perdas mais facilmente através do lançamento de novos produtos, do s aumento dos preços, dos lay-off e do encerramento de fábricas.
Marcel Corstjens (Jerónimo Martins) in Público - 06.09.2009
Marcel Corstjens (Jerónimo Martins) in Público - 06.09.2009
domingo, setembro 13, 2009
Comédia sem limites
Na secção do "correio do leitor" da revista Visão da passada semana, uma carta indignava-se contra a falta de chá de certo humor O "achincalhamento dos deficientes pelo personagem Chato da série Os Contemporâneos" é um facto insofismável. Acrescenta também que este colectivo "nunca terá lugar de referência" na comédia nacional. Ponto final" contrariamente ao Raúl Solnado, Herman e Gato Fedorento.
A comédia não existe sem a hipérbole dos contrastes. O leitor estará esquecido do "inenarrável" sketch dos Gato Fedorento em que criaram um "velhão", para depósito de cidadãos séniores, do Herman quando gozou com figuras históricas nacionais ou quando o Raúl Solnado aplaudiu todos os restantes autores citados neste post... e porventura rejeitou um humor "rural" ou de "malucos".
Seremos sem dúvida o povo que mais filosofa sobre questões de humor. Como acho que sem se passar das marcas não há riso, aqui segue:
A comédia não existe sem a hipérbole dos contrastes. O leitor estará esquecido do "inenarrável" sketch dos Gato Fedorento em que criaram um "velhão", para depósito de cidadãos séniores, do Herman quando gozou com figuras históricas nacionais ou quando o Raúl Solnado aplaudiu todos os restantes autores citados neste post... e porventura rejeitou um humor "rural" ou de "malucos".
Seremos sem dúvida o povo que mais filosofa sobre questões de humor. Como acho que sem se passar das marcas não há riso, aqui segue:
sexta-feira, setembro 11, 2009
102
Quem quiser "recordar" o 11 de Setembro, pode fazê-lo no canal História com o bom documentário "102 minutos que mudaram os EUA".
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