segunda-feira, maio 22, 2006

Anjos e demónios

Diz o provérbio que " O tempo é o descobridor de todas as coisas".
Não foram precisos anos, nem meses para se começar a talhar a vivência de Francisco Adam e os porquês da sua morte.

O português que fez vender mais revistas e jornais nos últimos tempos, afinal não era tão puro como todos pensavam que fosse quando foi enterrado. Consumira cocaína antes de o seu carro rodopiar na estrada de madrugada. Resultado: duas mortes, uma nação emocionada.

Uma coisa é a imagem que os meios audiovisuais vendem de um actor, outra é a vivência e fraqueza dos mesmos que é mantida fora do braseiro. Para os fãs, ficou anjo. Se anjo na terra fosse, não tinha caído nos maus caminhos que o victimaram.

1 comentário:

jgonçalves disse...

Afinal anjos ou demónios, não são ambos fruto do nosso imaginário e da sociedade de consumo que os protagoniza e banaliza.